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Fevereiro 2009

Fevereiro 02, 2009

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Postado por Ana A. S. Cesar

 

A Biblioteca Digital de Obras Raras e Especiais da Universidade de São Paulo (USP) disponibiliza, para consulta livre na internet, algumas das principais obras do acervo da universidade, que inclui livros anteriores à sua fundação.

Veja mais em www.obrasraras.usp.br

A iniciativa, mantida pelo Sistema Integrado de Bibliotecas (SIBi) da USP, tem o objetivo de colocar preciosidades, algumas dos séculos 15 e 16, à disposição de um público mais amplo sem, por outro lado, danificá-las pelo manuseio.

Trata-se ainda, segundo os organizadores, de ampliar e democratizar o acesso, fazendo com que o pesquisador não tenha que se deslocar nem marcar a consulta para conhecer as publicações, atendendo ainda àqueles que, por curiosidade intelectual, também buscam esse tipo de material.

Desde o fim da década de 1980, preocupado com a preservação desse material, o SIBi já desenvolvia projetos, alguns deles com apoio da Fapesp, para identificar e tratar tecnicamente as obras, ou seja, catalogá-las e conservá-las. 

38 livros

Para a Biblioteca Digital de Obras Raras e Especiais, inicialmente foram selecionados 38 livros em várias áreas do conhecimento, obedecendo aos critérios de antiguidade, valor histórico e inexistência de novas impressões ou edições do título.

Alguns livros foram digitalizados integralmente e estão disponíveis para consulta ou impressão para uso não comercial, enquanto outros tiveram apenas suas capas digitalizadas.

Entre os títulos está o Liber Chronicarum, uma história do mundo escrita em 1493, ricamente ilustrada e colorida à mão, com texto em gótico e notas manuscritas, além de Ordenações de Dom Manuel, de 1539, livro que traz em sua primeira folha uma xilogravura representando as armas portuguesas.

Palavras-chave: Agência FAPESP, Biblioteca Digital, Bibliotecas, USP 75 anos

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Fevereiro 03, 2009

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Andressa Duarte

 

 

Andressa Duarte

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Fevereiro 04, 2009

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Rubem Alves

parte 1

 

Rubem Alves

parte 2

 

 

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As línguas se encontram sempre em um equilíbrio instável e numa mutação contínua. Há razões de ordem psicológica e social que podem perturbar o uso de uma língua e provocar alterações. Muitas mudanças são explicadas pela história da língua, como veremos a seguir.

A variação linguística é estabelecida pela dialética liberdade / norma. Para assegurar a compreensão do que se fala é necessário que haja uma norma mínima, que estabelece o entendimento entre os falantes de uma determinada comunidade linguística. Baseada numa tradição coletiva, temos uma norma superior, imposta pelo uso coletivo, que busca a conveniência social, com uma defesa de certos princípios comuns a todos os falantes (Silva, 1973).

Há muito radicalismo em alguns trabalhos que procuram invalidar o uso de um nível culto ou formal, já consagrado, sem exageros de certas determinações de autores que não seguem os preceitos da lingüística que procura descrever os fatos da linguagem sem um parti pris normativo.

Porém não é nosso objetivo discutir esses pontos polêmicos criados há algum tempo. A norma culta é exigência em determinadas situações de uso da língua, por isso há um nível de linguagem que deve ser utilizado.

A chamada parte “dura” (hard) da linguística tem deixado de ser objeto mais atento de estudos, o que traz prejuízo para o entendimento de algumas variações. Isso ocorre principalmente com o estudo de Fonética e Fonologia. Por isso passaremos a verificar o quadro de vogais orais na fase sincrônica, no português do Brasil. Também é importante que ressaltemos a falha descrição de muitos compêndios que omitem esta lição. Parece-nos que é necessária uma releitura de vários conceitos do grande descritivista da língua portuguesa - o mestre Joaquim Mattoso Camara Jr.  

 

Para acessar o arquivo CLIQUE:  ABORDAGEM FONÉTICA (EM PDF)

 

Palavras-chave: Filologia, Fonética, Fonologia

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Fevereiro 05, 2009

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CAPES oferece treinamentos para uso do Portal de Periódicos

Já foi definida a programação para 2009 dos treinamentos sobre o uso dos recursos do Portal de Periódicos da CAPES. O objetivo desses eventos é qualificar estudantes, professores e pesquisadores de graduação e pós-graduação para realizarem buscas por informações científicas nas bases de dados assinadas pelo Portal, de forma a aperfeiçoarem o uso da ferramenta em suas pesquisas.

Esses eventos duram cinco dias e são oferecidos pela equipe da CAPES, com a participação de representantes dos editores que integram o Portal. Este ano, os treinamentos serão realizados em quatro instituições de ensino, distribuídas nas regiões Centro-Oeste (Universidade Católica de Brasília), Norte (Universidade Federal do Amazonas e Universidade Federal do Pará) e Nordeste (Universidade Federal da Bahia) e está aberta a todos os usuários vinculados a instituições que integram o Portal de Periódicos

Quem tiver interesse em participar, poderá fazer sua inscrição on-line para os treinamentos que acontecem no primeiro semestre de 2009, em Brasília (DF) e em Manaus (AM). A inscrição é gratuita e quem participar receberá um certificado

Sobre o Portal de Periódicos

O Portal de Periódicos da Capes é uma biblioteca virtual que oferece acesso pela internet à informação científica e tecnológica mundial. Atualmente, existem mais de 12 mil títulos em texto completo, 126 bases referenciais e seis bases dedicadas exclusivamente a patentes disponíveis no Portal. O conteúdo abrange todas as áreas do conhecimento e é utilizado por integrantes de 194 instituições de pesquisa e ensino superior no Brasil.

Confira a programação dos treinamentos:

1º Treinamento:
Data: 30 de março a 3 de abril de 2009
Instituição: Universidade Católica de Brasília (UCB).
Local:Brasília / DF
Faça sua inscrição
2º Treinamento
Data: 15 a 19 de junho de 2009
Instituição: Universidade Federal do Amazonas (UFAM).
Local:Manaus / AM
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3º Treinamento
Data: 17 a 21 de agosto de 2009
Instituição: Universidade Federal do Pará (UFPA).
Local:Belém / PA
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4º Treinamento
Data: 05 a 09 de outubro de 2009
Instituição:Universidade Federal da Bahia (UFBA)
Local:Salvador / BA
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Palavras-chave: CAPES, Periódicos, Treinamento

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Fevereiro 06, 2009

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Postado por Ana A. S. Cesar

 

ABL lança prêmio para melhor livro sobre escritor Euclides da Cunha

A Academia Brasileira de Letras (ABL) acaba de instituir o Prêmio Euclides da Cunha, a ser atribuído neste ano de 2009, em que se comemora o centenário de nascimento do autor de "Os Sertões".

Na ABL, Euclides da Cunha foi o segundo ocupante da Cadeira 7, eleito em 21 de setembro de 1903 - na sucessão de Valentim Magalhães - e recebido em 18 de dezembro de 1906 pelo Acadêmico Sílvio Romero.

O Prêmio, no valor de R$ 30 mil, será conferido ao melhor livro, inédito ou publicado depois de 10 de janeiro de 1999, sobre a vida ou a obra de Euclides da Cunha. As inscrições ao Prêmio estarão abertas até 31 de julho de 2009. Os trabalhos deverão ser apresentados à Secretaria da Academia Brasileira de Letras.

A Academia não devolverá os trabalhos apresentados. A Presidência da entidade nomeará uma comissão julgadora de cinco membros, que submeterá o relatório ao plenário da Casa para a devida apreciação.

A entrega do Prêmio Euclides da Cunha será feita em sessão pública da ABL durante o segundo semestre deste ano.

 

Termina neste sábado (8) o prazo para inscrições no Prêmio Sae Brasil de Jornalismo

O prazo de inscrições e envio de reportagens para concorrerem ao 4º Prêmio Sae Brasil de Jornalismo termina nesta sábado (8). Destinado aos profissionais que lidam na cobertura dos setores automotivo, aeroespacial, ferroviário e naval, o prêmio busca incentivar os jornalistas a contribuírem com o desenvolvimento da tecnologia da mobilidade no Brasil.

Com patrocínio da Magneti Marelli e Plascar, o concurso, promovido pela Sae Brasil, premiará as melhores reportagens nas categorias "impresso" e "internet", publicadas em jornais, revistas e portais do país, sobre tecnologia da mobilidade brasileira, produzidas entre 1º de março de 2008 e 31 de janeiro de 2009.

As inscrições devem ser feitas pelo site da Sae Brasil. Além do regulamento, o endereço contém a ficha de inscrição, para ser preenchida e enviada juntamente com a reportagem, desta vez no formato PDF (categoria "impresso") ou HTML ou PDF ("internet").

A premiação das melhores reportagens será realizada por categoria, independente do número de matérias inscritas em cada uma, e através de uma comissão julgadora, composta por dois jornalistas do setor e um representante da instituição. Em cada categoria, serão selecionadas cinco reportagens finalistas.

O trabalho que a comissão julgadora considerar que cumpre melhor os objetivos do concurso, em cada categoria, recebe o Prêmio Sae Brasil de Jornalismo, no valor de R$ 7 mil. Entre os finalistas serão escolhidos, por categoria, mais duas reportagens, como Menção Honrosa, que receberão R$ 2 mil cada. A divulgação do resultado ocorrerá dia 9 de março, na sede da Sae Brasil (av. Paulista, 2073, cj.1003, São Paulo).

 

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Fevereiro 10, 2009

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Após a maratona de provas deste ano, os vestibulandos mais ansiosos já podem começar a se preparar para os próximos exames. A Fuvest (Fundação Universitária para o Vestibular) divulgou a lista de livros obrigatória para o vestibular 2010. A relação de obras literárias foi aprovada pelo Conselho de Graduação (CoG) da USP (Universidade de São Paulo) e mais uma vez valerá também para o vestibular da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas).

A lista continua sendo composta por nove livros, mas, em relação ao vestibular 2009, três títulos foram alterados. Deixaram de ser cobrados nas provas: A Rosa do Povo, de Carlos Drummond de Andrade, Poemas completos de Alberto Caeiro, heterônimo de Fernando Pessoa, e Sagarana, de João Guimarães Rosa.

Os novos integrantes da lista são: O Cortiço, de Aluísio Azevedo, Capitães de Areia, de Jorge Amado, e Antologia Poética, de Vinícius de Moraes.

Confira abaixo a lista completa de livros para o vestibular 2010:

- Auto da Barca do Inferno, Gil Vicente
- Memórias de um Sargento de Milícias, Manuel Antônio de Almeida
- Iracema, José de Alencar
- Dom Casmurro, Machado de Assis
O Cortiço, Aluísio Azevedo
- A Cidade e as Serras, Eça de Queirós
- Vidas Secas, Graciliano Ramos
- Capitães da Areia, Jorge Amado
- Antologia Poética (com base na 2ª ed. aumentada), Vinícius de Moraes

Palavras-chave: FUVEST, LIVROS, UNICAMP, USP, VESTIBULAR

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Fevereiro 18, 2009

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Postado por Ana A. S. Cesar

 


Foi assim, como ver o mar
A primeira vez que meus olhos se viram no seu olhar


o tive a intenção de me apaixonar
Mera distração e já era momento de se gostar


Quando eu dei por mim nem tentei fugir
Do visgo que me prendeu dentro do seu olhar
Quando eu mergulhei no azul do mar
Sabia que era amor e vinha pra ficar


Daria pra pintar todo azul do céu
Dava pra encher universo da vida que eu quis pra mim


Tudo que eu fiz foi me confessar
Escravo do seu amor, livre pra amar
Quando eu mergulhei fundo nesse olhar
Fui dono do mar azul, de todo azul do mar


Foi assim, como ver o mar
Foi a primeira vez que eu vi o mar
Onda azul, todo azul do mar
Daria pra beber todo o azul do mar

Foi quando mergulhei no azul do mar.

 

 

       

                    

"Existem sentimentos que palavras não explicam, frases não justificam, livros não argumentam...
existem coisas que só o coração sabe como lidar".

 

 

Palavras-chave: Música, videopost

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Dia de luz festa de sol
E um barquinho a deslizar
No macio azul do mar
Tudo é verão e o amor se faz
Num barquinho pelo mar
Que desliza sem parar...
Sem intenção, nossa canção
Vai saindo desse mar
E o sol
Beija o barco e luz
Dias tão azuis!
Volta do mar desmaia o sol
E o barquinho a deslizar
E a vontade de cantar!
Céu tão azul ilhas do sul
E o barquinho, coração
Deslizando na canção
Tudo isso é paz tudo isso traz
Uma calma de verão e então
O barquinho vai
A tardinha cai
O barquinho vai
A tardinha cai...

 

O barquinho  -  Roberto Menescal

 

Palavras-chave: Música

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Erros gramaticais e ortográficos devem, por princípio, ser evitados. Alguns, no entanto, como ocorrem com maior freqüência, merecem atenção redobrada. O primeiro capítulo deste manual inclui explicações mais completas a respeito de cada um deles. Veja os cem mais comuns do idioma e use esta relação como um roteiro para fugir deles.

1 - "Mal cheiro", "mau-humorado". Mal opõe-se a bem e mau, a bom. Assim: mau cheiro (bom cheiro), mal-humorado (bem-humorado). Igualmente: mau humor, mal-intencionado, mau jeito, mal-estar.

2 - "Fazem" cinco anos. Fazer, quando exprime tempo, é impessoal: Faz cinco anos. / Fazia dois séculos. / Fez 15 dias.

3 - "Houveram" muitos acidentes. Haver, como existir, também é invariável: Houve muitos acidentes. / Havia muitas pessoas. / Deve haver muitos casos iguais.

4 - "Existe" muitas esperanças. Existir, bastar, faltar, restar e sobrar admitem normalmente o plural: Existem muitas esperanças. / Bastariam dois dias. / Faltavam poucas peças. / Restaram alguns objetos. / Sobravam idéias.

5 - Para "mim" fazer. Mim não faz, porque não pode ser sujeito. Assim: Para eu fazer, para eu dizer, para eu trazer.

6 - Entre "eu" e você. Depois de preposição, usa-se mim ou ti: Entre mim e você. / Entre eles e ti.

7 - "Há" dez anos "atrás". Há e atrás indicam passado na frase. Use apenas há dez anos ou dez anos atrás.

8 - "Entrar dentro". O certo: entrar em. Veja outras redundâncias: Sair fora ou para fora, elo de ligação, monopólio exclusivo, já não há mais, ganhar grátis, viúva do falecido.

9 - "Venda à prazo". Não existe crase antes de palavra masculina, a menos que esteja subentendida a palavra moda: Salto à (moda de) Luís XV. Nos demais casos: A salvo, a bordo, a pé, a esmo, a cavalo, a caráter.

10 - "Porque" você foi? Sempre que estiver clara ou implícita a palavra razão, use por que separado: Por que (razão) você foi? / Não sei por que (razão) ele faltou. / Explique por que razão você se atrasou. Porque é usado nas respostas: Ele se atrasou porque o trânsito estava congestionado.

11 - Vai assistir "o" jogo hoje. Assistir como presenciar exige a: Vai assistir ao jogo, à missa, à sessão. Outros verbos com a: A medida não agradou (desagradou) à população. / Eles obedeceram (desobedeceram) aos avisos. / Aspirava ao cargo de diretor. / Pagou ao amigo. / Respondeu à carta. / Sucedeu ao pai. / Visava aos estudantes.

12 - Preferia ir "do que" ficar. Prefere-se sempre uma coisa a outra: Preferia ir a ficar. É preferível segue a mesma norma: É preferível lutar a morrer sem glória.

13 - O resultado do jogo, não o abateu. Não se separa com vírgula o sujeito do predicado. Assim: O resultado do jogo não o abateu. Outro erro: O prefeito prometeu, novas denúncias. Não existe o sinal entre o predicado e o complemento: O prefeito prometeu novas denúncias.

14 - Não há regra sem "excessão". O certo é exceção. Veja outras grafias erradas e, entre parênteses, a forma correta: "paralizar" (paralisar), "beneficiente" (beneficente), "xuxu" (chuchu), "previlégio" (privilégio), "vultuoso" (vultoso), "cincoenta" (cinqüenta), "zuar" (zoar), "frustado" (frustrado), "calcáreo" (calcário), "advinhar" (adivinhar), "benvindo" (bem-vindo), "ascenção" (ascensão), "pixar" (pichar), "impecilho" (empecilho), "envólucro" (invólucro).

15 - Quebrou "o" óculos. Concordância no plural: os óculos, meus óculos. Da mesma forma: Meus parabéns, meus pêsames, seus ciúmes, nossas férias, felizes núpcias.

16 - Comprei "ele" para você. Eu, tu, ele, nós, vós e eles não podem ser objeto direto. Assim: Comprei-o para você. Também: Deixe-os sair, mandou-nos entrar, viu-a, mandou-me.

17 - Nunca "lhe" vi. Lhe substitui a ele, a eles, a você e a vocês e por isso não pode ser usado com objeto direto: Nunca o vi. / Não o convidei. / A mulher o deixou. / Ela o ama.

18 - "Aluga-se" casas. O verbo concorda com o sujeito: Alugam-se casas. / Fazem-se consertos. / É assim que se evitam acidentes. / Compram-se terrenos. / Procuram-se empregados.

19 - "Tratam-se" de. O verbo seguido de preposição não varia nesses casos: Trata-se dos melhores profissionais. / Precisa-se de empregados. / Apela-se para todos. / Conta-se com os amigos.

20 - Chegou "em" São Paulo. Verbos de movimento exigem a, e não em: Chegou a São Paulo. / Vai amanhã ao cinema. / Levou os filhos ao circo.

21 - Atraso implicará "em" punição. Implicar é direto no sentido de acarretar, pressupor: Atraso implicará punição. / Promoção implica responsabilidade.

22 - Vive "às custas" do pai. O certo: Vive à custa do pai. Use também em via de, e não "em vias de": Espécie em via de extinção. / Trabalho em via de conclusão.

23 - Todos somos "cidadões". O plural de cidadão é cidadãos. Veja outros: caracteres (de caráter), juniores, seniores, escrivães, tabeliães, gângsteres.

24 - O ingresso é "gratuíto". A pronúncia correta é gratúito, assim como circúito, intúito e fortúito (o acento não existe e só indica a letra tônica). Da mesma forma: flúido, condôr, recórde, aváro, ibéro, pólipo.

25 - A última "seção" de cinema. Seção significa divisão, repartição, e sessão equivale a tempo de uma reunião, função: Seção Eleitoral, Seção de Esportes, seção de brinquedos; sessão de cinema, sessão de pancadas, sessão do Congresso.

26 - Vendeu "uma" grama de ouro. Grama, peso, é palavra masculina: um grama de ouro, vitamina C de dois gramas. Femininas, por exemplo, são a agravante, a atenuante, a alface, a cal, etc.

27 - "Porisso". Duas palavras, por isso, como de repente e a partir de.

28 - Não viu "qualquer" risco. É nenhum, e não "qualquer", que se emprega depois de negativas: Não viu nenhum risco. / Ninguém lhe fez nenhum reparo. / Nunca promoveu nenhuma confusão.

29 - A feira "inicia" amanhã. Alguma coisa se inicia, se inaugura: A feira inicia-se (inaugura-se) amanhã.

30 - Soube que os homens "feriram-se". O que atrai o pronome: Soube que os homens se feriram. / A festa que se realizou... O mesmo ocorre com as negativas, as conjunções subordinativas e os advérbios: Não lhe diga nada. / Nenhum dos presentes se pronunciou. / Quando se falava no assunto... / Como as pessoas lhe haviam dito... / Aqui se faz, aqui se paga. / Depois o procuro.

31 - O peixe tem muito "espinho". Peixe tem espinha. Veja outras confusões desse tipo: O "fuzil" (fusível) queimou. / Casa "germinada" (geminada), "ciclo" (círculo) vicioso, "cabeçário" (cabeçalho).

32 - Não sabiam "aonde" ele estava. O certo: Não sabiam onde ele estava. Aonde se usa com verbos de movimento, apenas: Não sei aonde ele quer chegar. / Aonde vamos?

33 - "Obrigado", disse a moça. Obrigado concorda com a pessoa: "Obrigada", disse a moça. / Obrigado pela atenção. / Muito obrigados por tudo.

34 - O governo "interviu". Intervir conjuga-se como vir. Assim: O governo interveio. Da mesma forma: intervinha, intervim, interviemos, intervieram. Outros verbos derivados: entretinha, mantivesse, reteve, pressupusesse, predisse, conviesse, perfizera, entrevimos, condisser, etc.

35 - Ela era "meia" louca. Meio, advérbio, não varia: meio louca, meio esperta, meio amiga.

36 - "Fica" você comigo. Fica é imperativo do pronome tu. Para a 3.ª pessoa, o certo é fique: Fique você comigo. / Venha pra Caixa você também. / Chegue aqui.

37 - A questão não tem nada "haver" com você. A questão, na verdade, não tem nada a ver ou nada que ver. Da mesma forma: Tem tudo a ver com você.

38 - A corrida custa 5 "real". A moeda tem plural, e regular: A corrida custa 5 reais.

39 - Vou "emprestar" dele. Emprestar é ceder, e não tomar por empréstimo: Vou pegar o livro emprestado. Ou: Vou emprestar o livro (ceder) ao meu irmão. Repare nesta concordância: Pediu emprestadas duas malas.

40 - Foi "taxado" de ladrão. Tachar é que significa acusar de: Foi tachado de ladrão. / Foi tachado de leviano.

41 - Ele foi um dos que "chegou" antes. Um dos que faz a concordância no plural: Ele foi um dos que chegaram antes (dos que chegaram antes, ele foi um). / Era um dos que sempre vibravam com a vitória.

42 - "Cerca de 18" pessoas o saudaram. Cerca de indica arredondamento e não pode aparecer com números exatos: Cerca de 20 pessoas o saudaram.

43 - Ministro nega que "é" negligente. Negar que introduz subjuntivo, assim como embora e talvez: Ministro nega que seja negligente. / O jogador negou que tivesse cometido a falta. / Ele talvez o convide para a festa. / Embora tente negar, vai deixar a empresa.

44 - Tinha "chego" atrasado. "Chego" não existe. O certo: Tinha chegado atrasado.

45 - Tons "pastéis" predominam. Nome de cor, quando expresso por substantivo, não varia: Tons pastel, blusas rosa, gravatas cinza, camisas creme. No caso de adjetivo, o plural é o normal: Ternos azuis, canetas pretas, fitas amarelas.

46 - Lute pelo "meio-ambiente". Meio ambiente não tem hífen, nem hora extra, ponto de vista, mala direta, pronta entrega, etc. O sinal aparece, porém, em mão-de-obra, matéria-prima, infra-estrutura, primeira-dama, vale-refeição, meio-de-campo, etc.

47 - Queria namorar "com" o colega. O com não existe: Queria namorar o colega.

48 - O processo deu entrada "junto ao" STF. Processo dá entrada no STF. Igualmente: O jogador foi contratado do (e não "junto ao") Guarani. / Cresceu muito o prestígio do jornal entre os (e não "junto aos") leitores. / Era grande a sua dívida com o (e não "junto ao") banco. / A reclamação foi apresentada ao (e não "junto ao") Procon.

49 - As pessoas "esperavam-o". Quando o verbo termina em m, ão ou õe, os pronomes o, a, os e as tomam a forma no, na, nos e nas: As pessoas esperavam-no. / Dão-nos, convidam-na, põe-nos, impõem-nos.

50 - Vocês "fariam-lhe" um favor? Não se usa pronome átono (me, te, se, lhe, nos, vos, lhes) depois de futuro do presente, futuro do pretérito (antigo condicional) ou particípio. Assim: Vocês lhe fariam (ou far-lhe-iam) um favor? / Ele se imporá pelos conhecimentos (e nunca "imporá-se"). / Os amigos nos darão (e não "darão-nos") um presente. / Tendo-me formado (e nunca tendo "formado-me").

51 - Chegou "a" duas horas e partirá daqui "há" cinco minutos. indica passado e equivale a faz, enquanto a exprime distância ou tempo futuro (não pode ser substituído por faz): Chegou há (faz) duas horas e partirá daqui a (tempo futuro) cinco minutos. / O atirador estava a (distância) pouco menos de 12 metros. / Ele partiu há (faz) pouco menos de dez dias.

52 - Blusa "em" seda. Usa-se de, e não em, para definir o material de que alguma coisa é feita: Blusa de seda, casa de alvenaria, medalha de prata, estátua de madeira.

53 - A artista "deu à luz a" gêmeos. A expressão é dar à luz, apenas: A artista deu à luz quíntuplos. Também é errado dizer: Deu "a luz a" gêmeos.

54 - Estávamos "em" quatro à mesa. O em não existe: Estávamos quatro à mesa. / Éramos seis. / Ficamos cinco na sala.

55 - Sentou "na" mesa para comer. Sentar-se (ou sentar) em é sentar-se em cima de. Veja o certo: Sentou-se à mesa para comer. / Sentou ao piano, à máquina, ao computador.

56 - Ficou contente "por causa que" ninguém se feriu. Embora popular, a locução não existe. Use porque: Ficou contente porque ninguém se feriu.

57 - O time empatou "em" 2 a 2. A preposição é por: O time empatou por 2 a 2. Repare que ele ganha por e perde por. Da mesma forma: empate por.

58 - À medida "em" que a epidemia se espalhava... O certo é: À medida que a epidemia se espalhava... Existe ainda na medida em que (tendo em vista que): É preciso cumprir as leis, na medida em que elas existem.

59 - Não queria que "receiassem" a sua companhia. O i não existe: Não queria que receassem a sua companhia. Da mesma forma: passeemos, enfearam, ceaste, receeis (só existe i quando o acento cai no e que precede a terminação ear: receiem, passeias, enfeiam).

60 - Eles "tem" razão. No plural, têm é assim, com acento. Tem é a forma do singular. O mesmo ocorre com vem e vêm e põe e põem: Ele tem, eles têm; ele vem, eles vêm; ele põe, eles põem.

61 - A moça estava ali "há" muito tempo. Haver concorda com estava. Portanto: A moça estava ali havia (fazia) muito tempo. / Ele doara sangue ao filho havia (fazia) poucos meses. / Estava sem dormir havia (fazia) três meses. (O havia se impõe quando o verbo está no imperfeito e no mais-que-perfeito do indicativo.)

62 - Não "se o" diz. É errado juntar o se com os pronomes o, a, os e as. Assim, nunca use: Fazendo-se-os, não se o diz (não se diz isso), vê-se-a, etc.

63 - Acordos "políticos-partidários". Nos adjetivos compostos, só o último elemento varia: acordos político-partidários. Outros exemplos: Bandeiras verde-amarelas, medidas econômico-financeiras, partidos social-democratas.

64 - Fique "tranquilo". O u pronunciável depois de q e g e antes de e e i exige trema: Tranqüilo, conseqüência, lingüiça, agüentar, Birigüi.

(atenção: Na nova ortografia não há mais o trema - o trema permanece apenas nas palavras estrangeiras e em suas derivadas. Exemplos: Müller, müleriano).

65 - Andou por "todo" país. Todo o (ou a) é que significa inteiro: Andou por todo o país (pelo país inteiro). / Toda a tripulação (a tripulação inteira) foi demitida. Sem o, todo quer dizer cada, qualquer: Todo homem (cada homem) é mortal. / Toda nação (qualquer nação) tem inimigos.

66 - "Todos" amigos o elogiavam. No plural, todos exige os: Todos os amigos o elogiavam. / Era difícil apontar todas as contradições do texto.

67 - Favoreceu "ao" time da casa. Favorecer, nesse sentido, rejeita a: Favoreceu o time da casa. / A decisão favoreceu os jogadores.

68 - Ela "mesmo" arrumou a sala. Mesmo, quanto equivale a próprio, é variável: Ela mesma (própria) arrumou a sala. / As vítimas mesmas recorreram à polícia.

69 - Chamei-o e "o mesmo" não atendeu. Não se pode empregar o mesmo no lugar de pronome ou substantivo: Chamei-o e ele não atendeu. / Os funcionários públicos reuniram-se hoje: amanhã o país conhecerá a decisão dos servidores (e não "dos mesmos").

70 - Vou sair "essa" noite. É este que desiga o tempo no qual se está ou objeto próximo: Esta noite, esta semana (a semana em que se está), este dia, este jornal (o jornal que estou lendo), este século (o século 20).

71 - A temperatura chegou a 0 "graus". Zero indica singular sempre: Zero grau, zero-quilômetro, zero hora.

72 - A promoção veio "de encontro aos" seus desejos. Ao encontro de é que expressa uma situação favorável: A promoção veio ao encontro dos seus desejos. De encontro a significa condição contrária: A queda do nível dos salários foi de encontro às (foi contra) expectativas da categoria.

73 - Comeu frango "ao invés de" peixe. Em vez de indica substituição: Comeu frango em vez de peixe. Ao invés de significa apenas ao contrário: Ao invés de entrar, saiu.

74 - Se eu "ver" você por aí... O certo é: Se eu vir, revir, previr. Da mesma forma: Se eu vier (de vir), convier; se eu tiver (de ter), mantiver; se ele puser (de pôr), impuser; se ele fizer (de fazer), desfizer; se nós dissermos (de dizer), predissermos.

75 - Ele "intermedia" a negociação. Mediar e intermediar conjugam-se como odiar: Ele intermedeia (ou medeia) a negociação. Remediar, ansiar e incendiar também seguem essa norma: Remedeiam, que eles anseiem, incendeio.

76 - Ninguém se "adequa". Não existem as formas "adequa", "adeqüe", etc., mas apenas aquelas em que o acento cai no a ou o: adequaram, adequou, adequasse, etc.

77 - Evite que a bomba "expluda". Explodir só tem as pessoas em que depois do d vêm e e i: Explode, explodiram, etc. Portanto, não escreva nem fale "exploda" ou "expluda", substituindo essas formas por rebente, por exemplo. Precaver-se também não se conjuga em todas as pessoas. Assim, não existem as formas "precavejo", "precavês", "precavém", "precavenho", "precavenha", "precaveja", etc.

78 - Governo "reavê" confiança. Equivalente: Governo recupera confiança. Reaver segue haver, mas apenas nos casos em que este tem a letra v: Reavemos, reouve, reaverá, reouvesse. Por isso, não existem "reavejo", "reavê", etc.

79 - Disse o que "quiz". Não existe z, mas apenas s, nas pessoas de querer e pôr: Quis, quisesse, quiseram, quiséssemos; pôs, pus, pusesse, puseram, puséssemos.

80 - O homem "possue" muitos bens. O certo: O homem possui muitos bens. Verbos em uir só têm a terminação ui: Inclui, atribui, polui. Verbos em uar é que admitem ue: Continue, recue, atue, atenue.

81 - A tese "onde"... Onde só pode ser usado para lugar: A casa onde ele mora. / Veja o jardim onde as crianças brincam. Nos demais casos, use em que: A tese em que ele defende essa idéia. / O livro em que... / A faixa em que ele canta... / Na entrevista em que...

82 - Já "foi comunicado" da decisão. Uma decisão é comunicada, mas ninguém "é comunicado" de alguma coisa. Assim: Já foi informado (cientificado, avisado) da decisão. Outra forma errada: A diretoria "comunicou" os empregados da decisão. Opções corretas: A diretoria comunicou a decisão aos empregados. / A decisão foi comunicada aos empregados.

83 - Venha "por" a roupa. Pôr, verbo, tem acento diferencial: Venha pôr a roupa. O mesmo ocorre com pôde (passado): Não pôde vir. Veja outros: fôrma, pêlo e pêlos (cabelo, cabelos), pára (verbo parar), péla (bola ou verbo pelar), pélo (verbo pelar), pólo e pólos. Perderam o sinal, no entanto: Ele, toda, ovo, selo, almoço, etc.

84 - "Inflingiu" o regulamento. Infringir é que significa transgredir: Infringiu o regulamento. Infligir (e não "inflingir") significa impor: Infligiu séria punição ao réu.

85 - A modelo "pousou" o dia todo. Modelo posa (de pose). Quem pousa é ave, avião, viajante, etc. Não confunda também iminente (prestes a acontecer) com eminente (ilustre). Nem tráfico (contrabando) com tráfego (trânsito).

86 - Espero que "viagem" hoje. Viagem, com g, é o substantivo: Minha viagem. A forma verbal é viajem (de viajar): Espero que viajem hoje. Evite também "comprimentar" alguém: de cumprimento (saudação), só pode resultar cumprimentar. Comprimento é extensão. Igualmente: Comprido (extenso) e cumprido (concretizado).

87 - O pai "sequer" foi avisado. Sequer deve ser usado com negativa: O pai nem sequer foi avisado. / Não disse sequer o que pretendia. / Partiu sem sequer nos avisar.

88 - Comprou uma TV "a cores". Veja o correto: Comprou uma TV em cores (não se diz TV "a" preto e branco). Da mesma forma: Transmissão em cores, desenho em cores.

89 - "Causou-me" estranheza as palavras. Use o certo: Causaram-me estranheza as palavras. Cuidado, pois é comum o erro de concordância quando o verbo está antes do sujeito. Veja outro exemplo: Foram iniciadas esta noite as obras (e não "foi iniciado" esta noite as obras).

90 - A realidade das pessoas "podem" mudar. Cuidado: palavra próxima ao verbo não deve influir na concordância. Por isso : A realidade das pessoas pode mudar. / A troca de agressões entre os funcionários foi punida (e não "foram punidas").

91 - O fato passou "desapercebido". Na verdade, o fato passou despercebido, não foi notado. Desapercebido significa desprevenido.

92 - "Haja visto" seu empenho... A expressão é haja vista e não varia: Haja vista seu empenho. / Haja vista seus esforços. / Haja vista suas críticas.

93 - A moça "que ele gosta". Como se gosta de, o certo é: A moça de que ele gosta. Igualmente: O dinheiro de que dispõe, o filme a que assistiu (e não que assistiu), a prova de que participou, o amigo a que se referiu, etc.

94 - É hora "dele" chegar. Não se deve fazer a contração da preposição com artigo ou pronome, nos casos seguidos de infinitivo: É hora de ele chegar. / Apesar de o amigo tê-lo convidado... / Depois de esses fatos terem ocorrido...

95 - Vou "consigo". Consigo só tem valor reflexivo (pensou consigo mesmo) e não pode substituir com você, com o senhor. Portanto: Vou com você, vou com o senhor. Igualmente: Isto é para o senhor (e não "para si").

96 - Já "é" 8 horas. Horas e as demais palavras que definem tempo variam: Já são 8 horas. / Já é (e não "são") 1 hora, já é meio-dia, já é meia-noite.

97 - A festa começa às 8 "hrs.". As abreviaturas do sistema métrico decimal não têm plural nem ponto. Assim: 8 h, 2 km (e não "kms."), 5 m, 10 kg.

98 - "Dado" os índices das pesquisas... A concordância é normal: Dados os índices das pesquisas... / Dado o resultado... / Dadas as suas idéias...

99 - Ficou "sobre" a mira do assaltante. Sob é que significa debaixo de: Ficou sob a mira do assaltante. / Escondeu-se sob a cama. Sobre equivale a em cima de ou a respeito de: Estava sobre o telhado. / Falou sobre a inflação. E lembre-se: O animal ou o piano têm cauda e o doce, calda. Da mesma forma, alguém traz alguma coisa e alguém vai para trás.

100 - "Ao meu ver". Não existe artigo nessas expressões: A meu ver, a seu ver, a nosso ver.

Os 10 Erros Mais Graves

Alguns erros revelam maior desconhecimento da língua que outros. Os dez abaixo estão nessa situação.

1 - Quando "estiver" voltado da Europa. Nunca confunda tiver e tivesse com estiver e estivesse. Assim: Quando tiver voltado da Europa. / Quando estiver satisfeito. / Se tivesse saído mais cedo. / Se estivesse em condições.

2 - Que "seje" feliz. O subjuntivo de ser e estar é seja e esteja: Que seja feliz. / Que esteja (e nunca "esteje") alerta.

3 - Ele é "de menor". O de não existe: Ele é menor.

4 - A gente "fomos" embora. Concordância normal: A gente foi embora. E também: O pessoal chegou (e nunca "chegaram"). / A turma falou.

5 - De "formas" que. Locuções desse tipo não têm s: De forma que, de maneira que, de modo que, etc.

6 - Fiquei fora de "si". Os pronomes combinam entre si: Fiquei fora de mim. / Ele ficou fora de si. / Ficamos fora de nós. / Ficaram fora de si.

7 - Acredito "de" que. Não use o de antes de qualquer que: Acredito que, penso que, julgo que, disse que, revelou que, creio que, espero que, etc.

8 - Fale alto porque ele "houve" mal. A confusão está-se tornando muito comum. O certo é: Fale alto porque ele ouve mal. Houve é forma de haver: Houve muita chuva esta semana.

9 - Ela veio, "mais" você, não. É mas, conjunção, que indica ressalva, restrição: Ela veio, mas você, não.

10 - Fale sem "exitar". Escreva certo: hesitar. Veja outros erros de grafia e entre parênteses a forma correta: "areoporto" (aeroporto), "metereologia" (meteorologia), "deiche" (deixe), enchergar (enxergar), "exiga" (exija). E nunca troque menos por "menas", verdadeiro absurdo lingüístico.

 

Fonte: Manual do Estadão - O Estado de São Paulo.

Palavras-chave: Gramática, Ortografia

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Fevereiro 21, 2009

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ESSE OU ESTE:

a) Este, esta e isto são usados para objetos que estão próximos do falante. Em relação

ao tempo, é usado no presente.

Exemplos: Este brinco na minha orelha é meu.

Este mês vou comprar um sapato novo.

Isto aqui na minha mão é de comer?

b) Esse, essa, isso são usados para objetos que estão próximos da pessoa com quem

se fala, ou seja, da 2ª pessoa (tu, você). Em relação ao tempo é usado no passado ou

futuro.

Exemplos: Esse brinco na sua orelha é seu?

Esse mês que virá vai ser de muita prosperidade!

Isso que você pegou na geladeira é de comer?

Quando ficar com dúvida a respeito do uso de “esse” ou “este” lembre-se: “este” (perto

de mim, presente) e “esse” (longe de mim, passado e futuro).

ENCIMA OU EM CIMA?

Por muitas vezes ficamos em dúvida sobre a grafia correta das seguintes palavras:

“encima” e “em cima”. Qual é a correta ou qual devo usar?

A palavra “encima” vem do verbo “encimar” conjugado ou na terceira pessoa do singular

do indicativo ou na segunda pessoa do singular do imperativo. Tem significado de

“colocar em cima de”, “coroar”, “algo situado acima de”, “elevar”. Observe:

1. O slogan criado encima toda a campanha.

2. O gerente foi encimado diretor do departamento financeiro.

Já a expressão “em cima” é um advérbio ou preposição e significa “na parte mais

elevada”, “na parte superior”, “sobre”, e é antônimo de “embaixo”. Veja:

1. Esse livro estava em cima da cômoda ou embaixo?

2. Pode colocar em cima da mesa, por favor.

Curiosidade: Por que embaixo se escreve junto e em cima separado? Isso ocorre por

uma questão de fonética e também de ortografia. Os fonemas bilabiais “m” e “b” se

adaptam facilmente na língua portuguesa, além de ser admitida a união entre os

mesmos. Agora, no caso de “em cima” seria necessária a troca do “m” pelo “n”, o que

não é aceito ortograficamente, contudo, é muito comum encontrarmos “encima”.


 

 

 

 

 


FORMA E GRAFIA DE ALGUMAS PALAVRAS

Mas/Mais:

- Mas: conjunção adversativa, equivale a porém, contudo, entretanto:

Ex.: Tento não sofrer, mas a dor é muito forte.

- Mais: pronome ou advérbio de intensidade, opõe-se a menos:

Ex.: É um dos garotos mais bonitos da escola.

Onde/Aonde:

- Onde: lugar em que se está ou que se passa algum fato:

Ex: Onde você foi hoje?

- Aonde: indica movimento (refere-se a verbos de movimento):

Ex: Aonde você vai?

Que/Quê:

- Que: pronome, conjunção, advérbio ou partícula expletiva:

Ex: Convém que o assunto seja esquecido rapidamente.

- Quê: monossílabo tônico, substantivo, ou interjeição.

Ex: Você precisa de quê?

Mal/Mau:

- Mal: advérbio (opõe-se a bem), como substantivo indica doença, algo prejudicial:

Ex: Ele se comportou muito mal. (advérbio)

Ex: A prostituição infantil é um mal presente em todas as partes do Brasil. (substantivo)

- Mau: adjetivo (ruim, de má qualidade)

Ex: Ele não é um mau sujeito.

Ao encontro de/De encontro a:

- Ao encontro de: significa “ser favorável a”, “aproximar-se de”.

Ex: Quando avistei minha mãe fui correndo ao encontro dela.

- De encontro a: indica oposição, colisão.

Ex: Suas idéias sempre vieram de encontro às minhas. Somos mesmo diferentes.

Afim/A fim:

- Afim: adjetivo que indica igual, semelhante.

Ex: Temos objetivos afins.

- A fim: indica finalidade:

Ex: Trabalho hoje a fim de folgar amanhã.


A par/ Ao par:

- A par: sentido de “bem informado”

Ex: Eu estou a par de todas as fofocas.

- Ao par: indica igualdade entre valores financeiros.

Ex: O real está ao par do dólar.

Demais/De mais:

- Demais: advérbio de intensidade, sentido de “muito”.

Ex: Você é chato demais.

Demais também pode ser pronome indefinido, sentido de “os outros”.

Ex: Alguns professores saíram da sala enquanto os demais permaneceram atentos às

orientações.

- De mais: opõe-se a de menos.

Ex: Não vejo nada de mais em seu comportamento.

Senão/Se não:

- Senão: sentido de “caso contrário”, “a não ser”.

Ex: não fazia coisa alguma senão conversar.

- Se não: sentido de “caso não”.

Ex: Se não houver conscientização, haverá escassez de água.

Na medida em que/ À medida que:

- Na medida em que: equivale a porque, já que, uma vez que.

Ex: Na medida em que os projetos foram abandonados, os estagiários ficaram

desmotivados.

- À medida que: indica proporção, equivale a à proporção que.

Ex: A emoção aumentava à medida que o momento da apresentação se aproximava.

Fui eu que fiz, Fui eu quem fiz ou Fui eu quem fez?

Qual será o correto, dizer “Fui eu que fiz”, “Fui eu quem fiz” ou “Fui eu quem fez”?

Para entendermos melhor cada uma das orações, vamos analisá-las separadamente:

- Fui eu que fiz – Nesta oração o verbo “fiz” tem como sujeito o pronome relativo “que”.

Logo, não há como o verbo fazer concordância com seu sujeito, uma vez que este é um

pronome. Então, o verbo é remetido ao antecedente do pronome relativo “que” para que

haja concordância em número (singular/plural) e pessoa (1ª, 2ª ou 3ª). Qual é o

antecedente do “que” nesta oração? “Eu”. Logo, a concordância “eu fiz” está correta,

bem como a oração “Fui eu que fiz.”. O verbo “fiz” concorda com “eu”, antecedente do

pronome “que”. Da mesma forma será nestes exemplos:

a) Foi ele que te lembrou de pegar a carteira!

b) Fui eu que ajudei você a estudar!

c) Somos nós que temos que pedir perdão!


Fique atento: Foi eu que fiz está errado, pois não se fala “foi eu” e sim “fui eu”. O certo

seria “Foi ele que fez.”, o verbo “foi” concordando com “ele” em pessoa e número.

- Fui eu quem fiz – Não está errado, pois responde a pergunta: Quem fez isso? Fui eu.

Observe que o verbo “fiz” concorda com o sujeito anterior “eu”. Essa construção é

comum, pois a tendência é que o falante concorde o verbo com o antecedente do

pronome relativo “quem”, assim como acontece quando é o outro pronome relativo

“que”. As seguintes orações são exemplos:

a) Somos nós quem convidamos você.

b) Sou eu quem estou com fome.

c) Fui eu quem li este livro.

- Fui eu quem fez – No caso do sujeito ser o pronome relativo “quem”, o verbo fará

concordância em terceira pessoa, já que trata-se de um pronome de terceira pessoa.

Dessa forma, a frase “Fui eu quem fez” está correta, assim como as seguintes

sentenças:

a) Somos nós quem convidou você.

b) Sou eu quem está com fome.

c) Fui eu quem leu este livro.

É comum surgir equívocos no uso dos pronomes pessoais, principalmente os do caso

oblíquo. Contudo, uma dica importante fará com que não haja mais dúvidas a respeito

desse assunto:

Entre eu e você ou entre mim e você?

De acordo com a norma culta, após as preposições emprega-se a forma oblíqua dos

pronomes pessoais.

Veja:

1. Isso fica entre eu e ela. (Errado)

 

1. Isso fica entre mim e ela. (Certo) ou

2. Isso fica entre mim e ti.

 

Os pronomes do caso oblíquo exercem função de complemento, enquanto os pronomes

pessoais do caso reto, de sujeito. Observe:

1. Ela olhou para mim com olhos amorosos (olhou para quem? Complemento: mim.).

2. Por favor, traga minha roupa para eu passar (quem irá praticar a ação de passar?

Sujeito: eu.).

Vejamos a pergunta que dá título ao texto: Entre eu e você ou entre mim e você?

Depois da explicação acima, constatamos que existe uma preposição: entre. Então, o

correto é “Entre mim e você”, pois após a preposição usa-se pronome pessoal do caso

oblíquo.


Da mesma forma será com as demais preposições: para mim e você, para mim e ti,

sobre mim e ele, entre mim e ela, contra mim, por mim, etc. Veja:

a) Ele trouxe bolo para mim e para ti.

b) Ninguém está contra mim.

c) Você pode fazer isso por mim?

d) Sobre mim e você há uma nuvem de muitas bênçãos.

Agora, observe:

Preciso dos ingredientes para mim fazer o bolo. (Errado)

Existe a preposição “para”, no entanto, o pronome “mim” está exercendo o papel de

sujeito da segunda oração: para mim fazer o bolo. Logo, o emprego do pronome oblíquo

está equivocado. O certo seria:

Preciso dos ingredientes para eu fazer o bolo. (Certo)

DE REPENTE OU DERREPENTE:

A expressão “de repente” significa “de súbito”, “de ímpeto”, “repentinamente” e tem

função sintática de advérbio de tempo ou de modo e, portanto, é uma locução

adverbial, uma vez que é o conjunto formado pela preposição “de” com o substantivo

“repente”.

A preposição “de” é antecedente e introdutória do substantivo “repente”, logo, não há

junção, fusão entre os dois termos e sim uma conexão, a fim de que haja um sentido

completo. Então, a expressão usada de forma correta é separada: “de repente”.

De repente, um barulho estranho veio pela janela.

De súbito, um barulho estranho veio pela janela.

Repentinamente, um barulho estranho veio pela janela.

Veja um exemplo com “de repente” na função de advérbio de modo:

Ele entrou de repente na sala. (o modo como ele entrou)

Diferente de:

De repente, o menino entrou na sala. (tem relação ao tempo em que o menino entrou na sala)

 

Referência: www.brasilescola.com/gramatica

Palavras-chave: Gramática, Ortografia

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"Fica sempre um pouco de perfume nas mãos de quem oferece rosas."

 

 

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Palavras-chave: Amizade, Flores

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Fevereiro 22, 2009

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Eu acredito em Obama

por Lya Luft

 

"Obama voltou a acender em mim uma
ideia entre matreira e inocente de que
afinal nem tudo está perdido"

Pois é, esperei que passassem semanas para entrar no assunto Obama. Gosto dele. Gosto da sua cara limpa, do seu sorriso bom, gosto da sua mulher graúda e enérgica, daquelas que não estão aí para brincadeiras, gosto das duas meninas encantadas com o que acontece ao seu redor, mas sem sinal de deslumbramento. Gosto quando ele se abaixa para beijar uma das crianças, ou quando anda com uma delas pela mão. Gosto do olhar que ele e a mulher trocam. Gosto de pensar que na Casa Branca mora uma família normalzinha e amorosa. Neste mundo cada vez mais louco, cruel, contraditório e às vezes simplesmente besta, Obama voltou a acender em mim uma ideia entre matreira e inocente de que afinal nem tudo está perdido, nem mesmo quando sofremos uma crise tão grave causada por irresponsabilidade, ganância, omissão e burrice.

Claro que ser um cara legal e aparentemente ter uma bela família não vai resolver o dramalhão mundial em que nos meteram ou nos metemos. Mas dá algum alento. Tem gente que de saída odiou tudo: o negro culto e refinado, a mulher, as meninas, achou tudo falso, viu por trás disso graves maquinações, sinais de hipocrisia, negociatas e sei lá o que mais. Tem gente que desconfia do mundo sem querer saber do que se trata: acha que todos os médicos são charlatães, que todos os empresários são canalhas, que todas as mulheres são burras ou galinhas, que todos os homens são cafajestes, que todos os empregados são ladrões e todos os patrões são exploradores e blablablá. Esses, sinceramente, não me interessam. Meu cansaço pelos eternos pessimistas e desconfiados é tão grande quanto a exaustão pelos ingênuos ou bobos, que acreditam que está tudo bem, que o pessimismo é manipulação, que as maiores empresas do mundo estarem indo para o fundo do fundo do poço é pura invencionice. Esses que acham que os números publicados na imprensa internacional são mascarados, mas que os números nacionais são, ah sim, verdadeiros, esses me dão um tédio mortal.



Gosto de Obama porque foi um passo contra o preconceito, que é uma doença da alma e uma peste da cultura. Não só porque um primeiro presidente negro nos Estados Unidos é um avanço, mas porque ele é preparado para esse cargo, ao que tudo indica. Estudado, viajado, objetivo, sereno, não vocifera nos discursos, não lança perdigotos sobre o microfone, não humilha nem insulta os adversários, mas sabe ser realista e severo quando fala em possibilidade de catástrofe caso os políticos não se cocem.

O triste é que receio, apenas pela intuição e observação das coisas, que a lua-de-mel de Obama com seu povo e com o mundo não perdure, simplesmente porque as cretinices, as jogadas perversas, as roubalheiras, os desperdícios e a omissão geral eram grandes demais e não há plano que resolva. Tomara que os trilhões, que em breve serão quatrilhões, ajudem de verdade. Tomara que o mundo todo, nessa degringolada que nos inclui, se recupere a tempo, antes de virarmos manadas de pedintes revirando lixo: outro dia vi uma reportagem de gente comendo do lixo em esquinas de Paris, e foi uma punhalada. Vi bandos de animais de estimação soltos em ruas americanas porque, desempregados e sem dinheiro, os donos os estão soltando. Foi um tapa de realidade, mas então as coisas já estão assim? Parece que estão. Não inventei, não sonhei: foram reportagens, diretas, e eu vi. Queria não ter visto. Espero não ver nada disso multiplicado, enquanto os poderosos e os políticos discutem, trocam xingamentos, guerreiam pelo poder, e nós aos poucos (talvez menos que em alguns outros países) nos damos mal. Ou vocês acham que não?

Por gostar de Obama, vivo entre contentamento porque ele parece querer honradamente sustar a derrocada, não americana mas mundial, e tristeza por não saber se qualquer ser humano, partido político ou país tem força para corrigir tão enormes malfeitos. Seja como for, da minha velha e teimosa decepção em relação a políticos e governos, por algum tempo está brotando, teimoso e alegrinho, algo com cara de esperança. Bipolarmente, enroscado nela, nota-se algo chamado descrença.

Lya Luft, escritora gaúcha

 

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Fevereiro 24, 2009

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Postado por Ana A. S. Cesar
 
Pessoas de fora dos Estados Unidos: Este acordo pode afetá-lo porque trata de interesses sobre direitos autorais dos EUA de livros publicados fora daquele país. Se você tem interesse em um livro ou outro material em um livro, este acordo lhe trará obrigações legais a menos que opte, em tempo hábil, em não subscrevê-lo.

Se você for um Autor de livro, Editor de livro ou outra pessoa proprietária de Direitos autorais de um livro ou outro material escrito, seus direitos poderão ser afetados por um acordo de ação coletiva relativo à digitalização e uso pelo Google de livros e outros materiais escritos.

Autores e editores entraram com uma ação coletiva, alegando que o Google violou os direitos autorais de autores, editores e outros detentores de direitos autorais (“Detentores de direitos”) digitalizando livros e encartes com direitos autorais e exibindo parte do material sem permissão. O Google nega tais alegações. As partes chegaram a um acordo. Este resumo fornece as informações básicas sobre o acordo. “Livros” e “Encartes” são descritos abaixo.

O que prevê o Acordo?

O acordo, se aprovado pelos tribunais, autorizará o Google a digitalizar livros e encartes com direitos autorais nos Estados Unidos e a manter um banco de dados eletronico dos livros. Para livros fora de catálogo e, se permitido pelos Detentores dos direitos autorais, de livros à venda, o Google poderá vender o acesso a Livros individuais e assinaturas institucionais ao banco de dados, colocar anúncios em qualquer página dedicada a um livro e fazer outros usos comerciais dos livros. A qualquer momento, os Detentores de direitos podem mudar as instruções para o Google relativas a qualquer um desses usos. Por intermédio de um Registro de direitos de livros ("Registro"), estabelecido pelo acordo, o Google pagará aos Detentores dos direitos 63% de toda a renda oriunda desses usos. O Google também pagará 34,5 milhões de dólares para estabelecer e financiar as operações iniciais do Registro e para custos de administração do acordo e notificação, e pelo menos 45 milhões de dólares para pagamentos em dinheiro aos Detentores de direitos dos livros e encartes que o Google digitalizar antes do término do prazo para a opção de não subscrição do acordo.

Quem está incluído?

A classe do acordo inclui todas as pessoas de todo o mundo que tenham interesses sobre os direitos autorais de qualquer livro ou encarte. O significado de “interesse em direitos autorais dos EUA” é amplo. Onde quer que você se localize, leia a Notificação na íntegra e determine se está incluído no acordo

Existem duas Subclasses:

• A “Subclasse do autor” (autores de Livros e outros materiais escritos, seus herdeiros, sucessores e cessionários), e

• A “Subclasse dos editores” (editores de Livros e periódicos, seus sucessores e cessionários).

Que materiais estão cobertos?

“Livros” incluem trabalhos escritos com direitos autorais, como romances, livros escolares, dissertações e outros materiais escritos que foram publicados ou distribuídos em formato impresso em 5 de janeiro de 2009 ou antes. Os trabalhos nos EUA devem ser registrados no Escritório de direitos autorais dos EUA incluído neste acordo. "Livros” não incluem periódicos, documentos pessoais, partituras e trabalhos do governo ou de domínio público.

“Encartes” incluem qualquer texto e outros materiais, como prefácicos, ensaios, poemas, citações, cartas, letras de músicas, ilustrações de Livros infantis, partituras, tabelas e gráficos, se protegidos independentemente por direitos autorais dos EUA contidos em um livro, trabalho do governo ou livro de domínio público, publicado em 5 de janeiro de 2009 ou antes dessa data e, se trabalhos dos EUA, registrados (isoladamente ou como parte de outro trabalho) no Escritório de direitos autorais dos EUA. Os encartes não incluem conteúdo ilustrativo (exceto ilustrações para livros infantis) ou qualquer trabalho do governo ou de domínio público.

A Notificação contém uma descrição mais detalhada desses termos e outras informações essenciais sobre o acordo.

O que devo fazer?

Leia a Notificação na íntegra, disponível no site http://www.googlebooksettlement.com. Decida se você deve:

• Permanecer no acordo. Em caso positivo, você estará legalmente obrigado pelas determinações do Tribunal, incluindo uma renúncia de suas ações judiciais contra o Google.

• Contestar ou comentar o acordo. Você deve contestar/comentar por escrito até 5 de maio de 2009.

• Optar por não subscrever o acordo e manter seu direito de processar o Google individualmente. Você deve optar pela não subscrição por escrito, até 5 de maio de 2009.

• Apresentar uma ação judicial para indenização em dinheiro (caso tenha o direito de fazê-lo). Você deve apresentar sua ação até 5 de janeiro de 2010. O tribunal indicou o Advogado do grupo para representar as duas Subclasses. Se o acordo for aprovado, o Advogado do grupo da Subclasse do autor solicitará o pagamento das taxas e custos advocatícios que o Google concordou em pagar. Você também pode contratar seu próprio advogado às suas próprias expensas. O Tribunal determinará se aprovará o acordo em uma Audiência Pública em 11 de junho de 2009 às 13:00 h.

Obtenha informações completas, incluindo a Notificação na Íntegra:

Acesse: http://www.googlebooksettlement.com

Ligue para: +1.612.359.8600

Escreva para: Google Book Search Settlement Administrator, c/o Rust Consulting P.O. Box 9364, Minneapolis, MN 55440-9364 UNITED STATES OF AMERICA

 

Palavras-chave: Direitos Autorais

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Contra tudo e todos

 por Carlos Heitor Cony

 

Nunca fui entusiasta do carnaval, nem o do Rio nem o de outras cidades tidas como folionas, como Salvador e Recife. Tampouco sou entendido no assunto. Por isso mesmo, o carnaval que melhor conheço é do Rio – o mais badalado ainda, embora discutido em suas raízes epistemológicas e na semiótica de suas propostas.

Vai daí, é do carnaval carioca que falo, abrindo a necessária ressalva: é possível que no Recife e Salvador a momesca festa esteja florescente e bela. No Rio, realmente, o carnaval mudou tanto que ficou chato. Ainda é belo – à custa de uma superprodução cada vez mais complicada e cada vez mais financiada.

Durante alguns anos, era obrigado a passar os três dias trabalhando, cobrindo folias, bailes e desfiles. A primeira constatação, que salta aos olhos, é a velhice do nosso carnaval. São sempre as mesmas figuras, os mesmos colunáveis, os mesmos pândegos, os mesmos esquemas, sobretudo, as mesmas mulheres.

Ah, as mulheres! São as mesmas, sombras e sobras de outros carnavais. Colocaram botox, cortaram quadris e coxas, fizeram lipoaspiração para manter a silhueta – temos nos arquivos profissionais as mesmas mulheres de dez, quinze anos atrás, Descobrimos o roteiro do bisturi que modificou a antiga deusa – hoje recauchutada.

A própria animação é à antiga. Por isso os jovens de hoje estão definitivamente em outra. Compreendo-os ao menos nisso: eles se afastam do inarredável tríduo momesco.

Aos poucos, a festa está mesmo ficando para a meia idade e para velhos que esperam o carnaval para rodar a baiana... Os jovens fazem isso com naturalidade, durante o ano todo – embora em inglês e em som estereofônico – o que dá para desconfiar que também eles não estão com nada.


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Fevereiro 25, 2009

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1. O Crash de 29 Parte 1

2. A prosperidade dos EUA nos anos 20 Prosperidade econômica reflexo de : Crescimento de indústrias Desenvolvimento da agricultura como a do automóvel… com a mecanização. Aplicação de novos métodos de produção e dos progressos técnicos aumento da produção

3. A prosperidade dos EUA nos anos 20 § O crescimento econômico provocou um excesso de otimismo §Na Bolsa de Nova Iorque as ações eram vendidas a preços cada vez mais altos, todos arriscavam investir na bolsa §Muitas pessoas pediam empréstimos para investir. Quantas mais pessoas investiam mais as ações subiam.

4. Cada indivíduo aumenta a sua fortuna sem medo do futuro, sem inveja do vizinho. Todos atingiram a mesma meta. […] Ricos e pobres jogavam na bolsa. […] Todas as manhãs os americanos abriam o jornal e cada um deles estava um pouco mais rico do que na véspera. Na realidade, desde 1920 que o sistema estava num equilíbrio instável. A prosperidade não era construída sobre alicerces reais, mas sobre frágeis esperanças. Cada um tinha comprado muito acima das suas possibilidades. Em Nova Iorque deitavam-se abaixo edifícios ainda novos para construir outros mais altos e mais caros. Os empresários pediam dinheiro emprestado para a construção. A. Maurois, Chantiers Américans (adaptado)

5. O Ciclo vicioso: SuperProdução. Acumulação de stocks. Perda de Poder de Compra. Crise da Superprodução. Deflação. Desemprego. Falências/ Despedimentos. Descida dos preços

6. O Crash. A quinta-feira de 24 de Outubro é o primeiro dia que a história se identifica com o pânico de 1929. (…) Nesse dia, 12.894.650 ações mudaram de dono, muitas delas a preços que destruíram os sonhos e as esperanças dos que as possuíam. […] Cerca das onze horas, o mercado tinha degenerado numa confusão doida e desenfreada para vender [...]. Às onze e meia era verdadeiramente o pânico. […] Ajuntamentos formaram-se em volta das sucursais das firmas dos corretores na cidade e por todo o país […] Os suicídios sucediam-se e onze especuladores bem conhecidos tinham já morrido. J. K. Galraith, A crise econômica de 1929 (adaptado)

7. A quinta-feira negra: 24 Outubro 1929§ Todos procuraram vender as suas ações§ 12 milhões de títulos sem comprador§ Dá-se o Crash da Bolsa

8. O Crash aliado à Superprodução Deflação Desemprego Acumulação Crise Menor consumo de Stocks Falência de Bancos Falência de Empresas

9. O Crash de 29 Parte 2

10. \"Onde quer que se lute para que a gente com fome possa comer... eu estarei presente. Onde quer que a polícia esteja a bater num tipo, eu estarei presente. Estarei onde quer que se vejam criaturas a gritar de raiva... e estarei onde as crianças sorriam porque têm fome mas saibam que a ceia não tarda. E quando a nossa gente comer aquilo que plantar e morar nas casas que construir... então também eu estarei presente\", garante Tom. “ Excerto de “As Vinhas da Ira” – John Steinbeck

11. Consequências Sociais A crise atingiu todas as classes sociais: §As classes médias viram-se afetadas pela multiplicação das falências no comércio, no artesanato e na indústria. §A burguesia foi afetada por numerosas bancarrotas.§  Os camponeses ficaram arruinados e os operários no§ desemprego.

12. Hoovervilles No início da década de 30, os Estados Unidos viviam um período de miséria generalizada. Muitas famílias […] recorriam ao lixo para arranjar comida. Muita gente sem trabalho, incapaz de pagar as hipotecas ou as rendas da casa, construía abrigos na rua, dando origem a bairros de lata que apareciam à sombra dos arranha-céus. A estes bairros pobres chamavam depreciativamente, Hoovervilles, responsabilizando o presidente Hoover (1929-1933) pela situação de miséria em que se encontravam. História 9, Texto Editora (adaptado)

13. Crise de Superprodução Outubro Grande Depressão de 1929 Crescimento da produção nos EUA Crash Falência de Bancos e Empresas da Bolsa de Acumulação de Stocks Nova Iorque Ruína das classes médias Baixa de Preços Desemprego Queda do Quebra nos Lucros Diminuição da Procura valor das acções Retirada dos Capitais americanos no estrangeiro Mundialização da Crise

14. Mundialização da Crise § Retirada dos capitais americanos investidos na Europa • Bancos e Empresas europeias entram em falência § Contração do Comércio Internacional§ • Limitação das importações

15. (Manual, p. 86)

16. (Manual, p. 89)

17. A nossa grande obrigação, a primeira, é fazer voltar o povo ao trabalho. (...) Isto pode realizar-se, em parte, por contratos diretos do Governo, agindo como em caso de guerra, mas também realizando, através desses contratos, os trabalhos necessários para estimular e reorganizar o uso dos nossos recursos naturais. Paralelamente a esta ação temos de reconhecer que os nossos industriais estão superlotados e, empreendendo uma nova repartição à escala nacional, esforçamo-nos por fazer utilizar melhor a terra por aqueles que são aptos para isso. Discurso do presidente Roosevelt na sua tomada de posse, 4 de Março de 1933  1. Qual era a principal preocupação do Presidente Roosevelt?

18. As Respostas à Crise New Deal (Presidente EUA Franklin Roosevelt) §  Concessões de subsídios às empresas em dificuldade § Realização de obras públicas§  Limitação de 40h de trabalho por semana§

19. (Manual, p 88)

20. As Respostas à Crise Inglaterra § O Estado intervém na economia§ Apoio às indústrias§ Medidas Protecionistas§

21. (Manual, p 89)

22. As Respostas à Crise França § Coligação de partidos de Esquerda ganham as eleições (1936) § Aumentos salariais § Semana de 40 horas de trabalho § 15 dias de férias pagas § Nacionalização de empresas (armamento e caminhos de ferro)

23. Crise de Superprodução Outubro Grande Depressão de 1929 Crescimento da produção nos EUA Crash Falência de Bancos e Empresas da Bolsa de Acumulação de Stocks Nova Iorque Ruína das classes médias Baixa de Preços Desemprego Queda do Quebra nos Lucros Diminuição da Procura valor das ações Retirada dos Capitais americanos no estrangeiro Mundialização da Crise Respostas à Crise Em Inglaterra Nos Estados Unidos Em França •Governo de Frente Popular •Apoio às empresas industriais •Criação de novos empregos •Nacionalização de empresas •Proteção aos produtos •Melhoria do poder de compra  •Concessão de direitos aos britânicos dos trabalhadores trabalhadores

24. Investimentos do Estado Obras públicas Reanimação das indústrias de construção Compra de bens de consumo Aumento geral da produção industrial Caderno Atividades, p. 64

 

Palavras-chave: EUA, História, Política

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Fevereiro 26, 2009

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Discurso inaugural

Por Franklin D. Roosevelt
Sábado, março 4, 1933

"Eu estou certo, compatriotas, que em minha indução na Presidência, eu os endereçarei com uma sinceridade e uma decisão que a situação atual de nossos povos necessita. Preeminente é este o momento de falar a verdade, a verdade inteira, sincera e corajosamente. Nem necessidade que nós encolhemos honesta de enfrentar condições em nosso país hoje. Esta grande nação resistirá como resistiu, revive e progredirá. Assim, antes de mais nada, deixe-me afirmar minha opinião firme que a única coisa que nós temos que temer é o próprio medo, o terror irracional, injustificado que paralisa esforços necessários para converter o recuo no avanço. Em cada hora escura de nossa vida nacional uma liderança do frankness e do vigor encontrou-se com essas compreensão e sustentação do pessoa ela mesma que é essencial à vitória. Eu estou convencido que você dará outra vez essa sustentação à liderança nestes dias críticos.

Em tal espírito, em minha parte e na sua, nós enfrentamos nossas dificuldades comuns. Referem-se, agradecem-se a Deus somente coisas materiais. Os valores encolheram aos níveis fantásticos; os impostos levantaram-se; nossa habilidade de pagar caiu; o governo de todos os tipos é enfrentado pela restrição séria da renda; os meios da troca são congelados nas correntes do comércio; as folhas withered da empresa industrial encontram-se em cada lado; os fazendeiros não encontram nenhum mercado para seu produto; as economias de muitos anos nos milhares de famílias são idas.

Mais importante, um anfitrião de cidadãos desempregados enfrenta o problema desagradável da existência, e uma labuta  igualmente grande do número com pouco retorno. Somente um otimista insensato pode negar as realidades escuras do momento.

Franklin Delano Roosevelt
Franklin Delano Roosevelt, 3º Presidente dos Estados Unidos

Contudo nossa aflição vem de nenhuma falha da substância. Nós somos golpeados por nenhum praga dos locustídeo. Comparado com os perigos que nossas ascendências conquistaram porque acreditaram e não estiveram receosas, nós temos ainda muito a ser grato para. A natureza ainda oferece-lhe a recompensa e os esforços do ser humano multiplicaram-na. A abundância está em nossa entrada, mas um uso generoso dele enlanguesce muito na vista da fonte. Primeiramente isto é porque as réguas da troca de bens da humanidade falharam, com sua própria obstinação e sua própria incompetência, admitiu sua falha, e abdicou. As práticas dos cambiadores de dinheiro sem escrúpulos estão processadas na corte da opinião pública, rejeitada pelos corações e pelas mentes dos homens.

Verdadeiro tentaram, mas seus esforços foram moldados no teste padrão de uma tradição outworn. Enfrentado pela falha do crédito propor somente o empréstimo de mais dinheiro. Descascado da atração do lucro por que para induzir nossos povos seguir sua liderança falsa, recorreram às exortações, defendendo tearfully para a confiança restaurada. Sabem somente as réguas de uma geração de self-seekers. Não têm nenhuma visão, e quando não há nenhuma visão os povos perecem.

Os cambiadores de dinheiro fugiram de seus assentos elevados no templo de nossa civilização. Nós podemos agora restaurar esse templo às verdades antigas. A medida da restauração encontra-se na extensão a que nós aplicamos os valores sociais mais nobres do que o mero lucro monetário.

A felicidade encontra-se não na mera possessão do dinheiro; encontra-se na alegria da realização, na emoção do esforço criativo. A alegria e a estimulação moral do trabalho já não devem ser esquecidas na perseguição louca de lucros evanescentes. Estes dias escuros valerão a pena tudo que nos custam se nos ensinam que nosso destino verdadeiro não deve ser ministrada até mas nos para ministrar e a nossos próximos.

O reconhecimento da falsidade da riqueza material como o padrão do sucesso vai em conjunto com o abandono da opinião falsa que o cargo público e a posição política elevada devem ser avaliada somente pelos padrões do orgulho do lugar e do lucro pessoal; e deve haver uma extremidade a uma conduta na operação bancária e no negócio que demasiado frequentemente deu a uma confiança sagrado a semelhança da ilegalidade calosa e egoísta. A maravilha pequena que a confiança enlanguesce, porque prosperam somente na honestidade, na honra, no sacredness das obrigações, na proteção fiel, no desempenho unselfish; sem eles não pode viver.

A restauração chama, entretanto, não para mudanças nas éticas sozinhas. Esta nação pede a ação, e a ação agora.

Presidente Franklin Roosevelt no trabalho no escritório oval
Presidente Franklin Roosevelt no trabalho no escritório oval

Nossa grande tarefa preliminar é por povos para trabalhar. Este não é nenhum problema indissolúvel se nós o enfrentarmos sábia e corajosamente. Pode ser realizado na parte pelo recrutamento direto pelo governo próprio, tratando a tarefa como nós trataríamos a emergência de uma guerra, mas ao mesmo tempo, com este emprego, realizando extremamente projetos necessários para estimular e reorganizar o uso de nossos recursos naturais.

Em conjunto com este nós devemos sinceramente reconhecer o overbalance da população em nossos centros industriais e, acoplando em uma escala nacional em uma redistribução, esforçar-se fornecer um uso melhor da terra para aqueles melhor cabido para a terra. A tarefa pode ser ajudada por esforços definitivos para levantar os valores dos produtos agrícolas e com este o poder comprar a saída de nossas cidades. Pode ser ajudada impedindo realìstica a tragédia da perda crescente com a execução duma hipoteca de nossos repousos pequenos e de nossas explorações agrícolas. Pode ser ajudada pela insistência que o federal, o estado, e o ato de governos locais imediatamente na demanda que seu custo seja reduzido drástica. Pode ser ajudada pela unificação das atividades de ajuda que são hoje dispersadas frequentemente, uneconomical, e desigual. Pode ser ajudada pelo planeamento nacional para e pela supervisão de todos os formulários do transporte e das comunicações e de outras utilidades que têm um caráter definitivamente público. Há muitas maneiras em que pode ser ajudado, mas pode nunca ser ajudado meramente falando sobre ele. Nós devemos atuar e atuar rapidamente.

Finalmente, em nosso progresso para uma ressunção do trabalho nós exigimos duas proteções de encontro a um retorno dos males da ordem velha; deve haver uma supervisão estrita de toda a operação bancária e créditos e investimentos; deve haver uma extremidade à especulação com dinheiro do outro, e deve haver uma provisão para uma moeda adequada, mas sadia.

Há as linhas de ataque. Eu incitarei presentemente em cima de um Congresso novo em medidas detalhadas da sessão especial para sua realização, e eu procurarei o auxílio imediato de diversos estados.

Com este programa de ação nós endereçamo-nos a por nossa própria casa nacional em ordem e a fazer o out go do contrapeso de renda. Nossas relações comerciais internacionais, embora vastamente importante, estão no momento em necessidades secundários ao estabelecimento de uma economia nacional sadia. Eu favoreço como uma política prática a colocação de prioridades. Eu não pouparei nenhum esforço para restaurar o comércio do mundo pelo reajuste econômico internacional, mas a emergência em casa não pode esperar nessa realização.

O pensamento básico que guia estes meios específicos da recuperação nacional não é estreita nacionalista. É a insistência, como uma primeira consideração, em cima da interdependência dos vários elementos em todas as partes do reconhecimento dos Estados Unidos - uma manifestação velha e permanentemente importante do espírito americano do pioneiro. É a maneira à recuperação. É a maneira imediata. É a garantia a mais forte que a recuperação resistirá.

No campo da política do mundo, eu dedicaria esta nação à política do bom vizinho - que absolutamente se respeita e, porque faz assim, se respeita, os outros vizinhos, respeitam suas obrigações e respeitam a santidade de seus acordos com o mundo.

Se eu leio a têmpera de nossos povos corretamente, nós realizamos agora como nós nunca realizamos antes de nossa interdependência em ser que nós não podemos meramente tomar, mas nós deve dar também; que se nós devemos ir para a frente, nós devemos nos mover como um exército treinado e leal que quer sacrificar para o bom de uma disciplina comum, porque sem tal disciplina nenhum progresso é feito, nenhuma liderança torna-se eficaz. Nós somos, sabemos, e estamos prontos para submeter nossas vidas e propriedade a tal disciplina, porque faz possível uma liderança que vise um bem maior. Isto que eu proponho ofereço, prometendo que as finalidades maiores ligarão em cima de nós todos como uma obrigação sagrado com uma unidade do dever evocada até aqui somente a tempo de altercação armada.

Com esta garantia tomada, eu supor sem a menor hesitação a liderança deste grande exército de nossos povos dedicados a um ataque disciplinado em cima de nossos problemas comuns.

A ação nesta imagem e com tal fim é praticável sob a forma de governo que nós herdamos de nossos antepassados. Nossa constituição é tão simples e prática que é possível sempre encontrar necessidades extraordinárias por mudanças na ênfase e no arranjo sem perda de formulário essencial. Isso é porque nosso sistema constitucional se provou que o mais magnìfica a resistência do mecanismo que político o mundo moderno produziu. Encontrou cada esforço da expansão vasta do território, das guerras estrangeiras, da altercação interna amarga, de relações do mundo.

Deve ser esperada que o contrapeso normal da autoridade executiva e legislativa pode ser completamente adequado encontrar a tarefa inaudita antes de nós. Mas pode-se ser que uma demanda e uma necessidade inauditas para a ação sem atraso possam chamar para a partida provisória desse contrapeso normal do procedimento público.

Eu estou preparado sob meu dever constitucional para recomendar as medidas que uma Nação relevante no meio de um mundo relevante pode exigir. Estas medidas, ou outras medidas como o Congresso podem construir fora de sua experiência e sabedoria, eu procurarei, dentro de minha autoridade constitucional, para trazer à adoção rápida.

Mas caso o Congresso não tomar um destes dois cursos, e caso a emergência nacional for ainda crítica, eu não iludirei o curso desobstruído do dever que me confrontará então. Eu pedirei o Congresso o um instrumento restante encontrar o poder executivo crise-largo empreender uma guerra de encontro à emergência, tão grande quanto o poder que me seria dado se nós de fato fomos invadidos por um inimigo estrangeiro.

A confiança repousa em mim eu retornarei a coragem e a devoção que convem o tempo. Eu posso fazê-los.

Nós enfrentamos os dias laboriosos que se encontra antes de nós na coragem morna da unidade nacional; com a consciência desobstruída de valores morais velhos e preciosos procurando; com a satisfação limpa que vem do desempenho severo do dever por semelhante velho e novo. Nós visamos a garantia de uma vida nacional arredondada e permanente.

Nós não desconfiamos o futuro da democracia essencial. Os povos dos Estados Unidos não falharam. Em sua necessidade registaram um mandato que quisessem a ação direta, vigorosa. Pediram a disciplina e o sentido sob a liderança. Fizeram-me o instrumento atual de seus desejos. No espírito do presente, eu tomo-o.

Nesta dedicação de uma Nação, nós pedimos humilde a bênção de Deus para proteger cada um de nós. Para guiar-me nos dias que virão."


Segundo a maioria dos historiadores americanos, o democrata Franklin Delano Roosevelt foi o maior estadista dos Estados Unidos. Ele ajudou os americanos a recuperarem a fé, levando esperança com sua promessa de ação rápida e vigorosa, afirmando em seu discurso de posse: "A única coisa que devemos temer é o medo".

Ao assumir a presidência em 1933, Roosevelt encontrou um país de joelhos. Milhões de pessoas passavam fome, todos os bancos haviam falido, e as perspectivas eram as mais sombrias para a indústria e a agricultura.

Esse quadro desolador foi resultado da crise de superprodução e do crack na Bolsa de Nova York, iniciada em 1929. O liberalismo econômico radical, segundo o qual o Estado não deve regular ou intervir na economia, foi o maior responsável pela crise. Os presidentes republicanos que o precederam não previram os riscos deste liberalismo e nem demonstram sensibilidade para com os problemas sociais decorrentes da crise.

Para contorná-la, Roosevelt apelou para a cartilha democrata e, como consequência, não só ajudou a tirar o país da crise como também contribuiu para a evolução do capitalismo. Inspirado nas ideias do economista inglês John Maynard Keynes, Roosevelt concebeu o "New Deal" (Novo Trato), um conjunto de medidas econômicas pelas quais o Estado aumentava sua participação na economia, criando uma demanda que, para ser atendida, botava em ação setores da economia antes paralisados pela crise.

O "New Deal" provocou queda no desemprego, aliviando a situação de milhões de famílias. A recuperação da economia era desencadeada por um crescente déficit público, o qual o presidente financiava com aumento de impostos para os mais ricos, num mecanismo de distribuição de renda de ricos para pobres.

Roosevelt nasceu em 1882, no Estado de Nova York. Ele frequentou a Universidade Harvard e a Faculdade de Direito de Columbia, em Nova York. Seguindo o exemplo de seu primo em quinto grau, o ex-presidente Theodore Roosevelt (1901-1908), ele entrou para a política.

Em 1920 ele foi o candidato democrata à vice-presidência. Em 1921, aos 39 anos, ele foi acometido de poliomielite, demonstrando uma coragem indomável. Ele apareceu dramaticamente de muletas para indicar Alfred E. Smith na Convenção Democrata de 1924. Em 1928 ele se tornou governador de Nova York, o "Empire State" (Estado Imperial).

Ele foi eleito presidente em 1932. No início de 1933 havia 13 milhões de desempregados, e quase todos os bancos tinham fechado. Ele apresentou um amplo programa para ajudar as empresas, a agricultura, os desempregados e aqueles que corriam o risco de execução de hipotecas.

Em 1935, o país estava se recuperando, mas empresários e banqueiros se voltaram contra o "New Deal" de Roosevelt. Demonstrando ganância em pleno período de crise, eles não gostavam das concessões aos trabalhadores e ficaram horrorizados com déficits no orçamento.

Foi então que Roosevelt respondeu com impostos mais elevados sobre os ricos, controles sobre os bancos e empresas de utilidade pública, um enorme programa de ajuda para os desempregados e um novo programa de reformas: o seguro social.

Roosevelt foi reeleito por elevada margem de votos em 1936, 1940 e 1944. Foi o presidente que governou por mais tempo os EUA. Ele buscou uma legislação que levou a uma revolução na lei constitucional. Depois disso o governo poderia legalmente regular a economia.

Ele também buscou por meio de uma legislação de neutralidade manter os Estados Unidos fora da guerra na Europa, mas ao mesmo tempo adotou uma política de "boa vizinhança" para fortalecer os países ameaçados ou atacados.

Assim, quando a França caiu e a Inglaterra ficou sitiada em 1940, ele começou a enviar para a Grã-Bretanha toda a ajuda possível que não representasse um envolvimento militar direto. Mas os japoneses atacaram Pearl Harbor em 7 de dezembro de 1941, levando Roosevelt a direcionar rapidamente a organização dos recursos e efetivo para a guerra mundial.

Sentindo que a futura paz do mundo dependeria das relações entre os Estados Unidos e a Rússia, o presidente dedicou muita reflexão ao planejamento da Organização das Nações Unidas, por meio da qual, ele esperava, problemas internacionais poderiam ser resolvidos.

À medida que a guerra se aproximava do final, a saúde de Roosevelt deteriorou, e em 12 de abril de 1945, enquanto estava em Warm Springs, Geórgia, ele morreu de hemorragia cerebral.

Franklin Delano Roosevelt foi presidente dos EUA por 12 anos, entre 1933 e 1945.

 

*30/01/1882, em Hyde Park, Nova York
+12/04/1945, Warm Springs, Geórgia

Palavras-chave: Discurso, EUA, História, Posse

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Fevereiro 28, 2009

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Quando pensamos em Leonardo Da Vinci, logo nos lembramos do homem que pintou quadros famosos como Monalisa e A Última Ceia, suas obras mais populares. Mas Da Vinci não se notabilizou apenas por ser o autor de um dos quadros mais famosos do mundo. Existem vários outros Leonardos: o pintor, o escultor, o músico, o poeta, o arquiteto, o engenheiro, o cientista, o fisiólogo, o químico, o físico, o botânico, o geólogo e o mecânico. Considerado um arquétipo do homem renascentista, Da Vinci foi, muitas vezes, definido como gênio, graças às artes, às descobertas científicas e às invenções técnicas muito à frente de seu tempo. Da Vinci era uma mente brilhante e se tornou um mestre na matemática, na mecânica, na física, na hidráulica e até mesmo na anatomia humana e animal. Se Da Vinci vivesse nos dias de hoje, seria considerado um homem multimídia.

E é para um mergulho dentro da mente de um dos maiores gênios da história da humanidade que chega a Goiânia a exposição que desvenda e revela algumas das maiores invenções de Leonardo Da Vinci. A mostra Por dentro da mente de Da Vinci está aberta ao público no Espaço Cultural da Universidade Católica de Goiás (UCG), e fica na cidade até 31 de março. A mostra parte do projeto Curta Goiânia por Inteiro, do Goiânia Convention & Visitors Bureau, e das comemorações dos 50 anos da UCG.

A exposição abre oficialmente o ano de celebração de aniversário da UCG e, segundo a vice-reitora da universidade, a mostra sobre Da Vinci não foi uma escolha aleatória. “Da Vinci é um marco do Renascimento, ele inaugurou uma nova era no campo da cultura e da ciência. Para nós, os 50 anos da UCG também representam um renascimento para a universidade”, explica.

Por dentro da mente de Da Vinci já passou por vários países da Europa, pelos Estados Unidos, Dubai, México e Canadá. Desde dezembro de 2006, a exposição roda o Brasil e já esteve em São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Salvador e Porto Alegre. A mostra reúne 40 modelos artesanais (nove deles interativos), em miniaturas e em tamanho real, construídos em madeira, bronze e corda, por uma família de designers de Florença. Segundo Paolo Gori, um dos responsáveis pela exposição, os protótipos foram elaborados a partir de desenhos originais, fragmentos de estudos e anotações do artista.

Todos os desenhos e anotações foram seguidos à risca e os modelos apresentados na exposição revelam a viabilidade de construção das máquinas por ele projetadas. Por dentro da mente de Da Vinci é dividida em cinco projetos temáticos: Voo, Navegação, Guerra, Mecânica e Hidráulica. Alguns de seus maiores estudos e invenções, como as máquinas militares, as civis e as voadoras, poderão ser vistos na exposição. Além dos monitores que vão esclarecer as dúvidas dos visitantes, junto a cada modelo também haverá painéis contendo textos explicativos das obras.

Para a coordenadora de Arte e Cultura da UCG, Custódia Anunziata Spencièri de Oliveira, a exposição sobre Da Vinci é um presente para a comunidade e um estímulo para os adolescentes. “A ideia é que a sociedade e, principalmente, os estudantes possam ver ao vivo que muito do que eles conhecem hoje, como a bicicleta, foi pensado por um homem na época renascentista. Ele lançou a semente de um conhecimento que é utilizado por nós até hoje”, afirma. Além da bicicleta, são atribuídos ao italiano os modelos da asa delta e de uma ponte móvel. Da Vinci também criou máquinas para agricultura e artefatos bélicos, como projéteis em forma de ogivas, usadas atualmente.

Os projetos

Apesar de contrário à guerra – considerava as batalhas como uma “loucura bestialíssima” –, Da Vinci projetou diversas armas de ataque e também de defesa: desde armas de fogo, até máquinas de sítio, catapultas e similares. Leonardo fez desenhos admiráveis, como o dos “carros ceifadores”, máquinas de guerra utilizadas desde a antiguidade, mas que, nas mãos de Da Vinci, adquiriram forma elegante e maior poder nas foices giratórias, destinadas a chacinar inimigos. Na parte destinada às máquinas militares estarão expostos os modelos do carro ceifador e da escavadora de trincheira.

Na seção de máquinas civis estão expostas as máquinas para o trabalho. Muitas delas já existiam antes de Da Vinci, que teve oportunidade de utilizar tais máquinas empregadas na construção da catedral de Florença durante o período de aprendiz no ateliê de Verrochio. Com conhecimento científico das leis físicas que regulam os movimentos, Da Vinci pôde melhorar e aperfeiçoar as máquinas. O objetivo principal era reduzir o trabalho do homem a partir da exploração das fontes de energia. É com esse propósito que seus estudos se concentram em molas, pesos, roldanas e correntes. Nesta parte estão presentes protótipos da bicicleta e da engrenagem de mecanismo helicoidal.

Da Vinci sempre teve fascínio pela possibilidade de voar, razão pela qual ele se dedicou a estudar e projetar diversas máquinas voadoras. Antes, concebia o voo como uma simples imitação do voo natural dos pássaros e criou dispositivos com asas que batem, acionadas pelo próprio piloto. Mas logo se deu conta de que a força humana não era suficiente. Foi então que percebeu que as aves de portes médio e grande pairam no ar, se valendo das correntes e só recorrendo ao bater de asas para corrigir ou estabilizar a trajetória.

A partir dessas observações, Leonardo deduziu que, explorando as mesmas forças e correntes de ar, o homem também podia pairar no céu. Abandonou a asa batente e criou a asa fixa, tipo planador. Dessas várias observações surgiram desenhos famosos, como o do parafuso aéreo, a asa planador e até estudo de um paraquedas. Todas as miniaturas criadas a partir desses desenhos fazem parte da exposição.

A água também é outro elemento fundamental nos trabalhos do mestre italiano. A vontade de Da Vinci era de controlar, explorar e canalizar a força da água por meio do planejamento de canais e de máquinas hidráulicas. O interesse pela natação fez com que Da Vinci criasse um dispositivo que permitia o homem andar sobre a superfície da água, utilizando bastões e longos patins cheios de ar. Ele também projetou dispositivos de mergulhador – máscara, roupa de couro e um engenhoso sistema de válvulas e tubos para a circulação do ar.

Da Vinci foi parte de um dos períodos de criatividade mais significativos da história da humanidade. E a intenção da exposição Por dentro da mente de Da Vinci é divulgar o legado desse incrível artista e cientista, pensando-o não como um homem estranho à sua época, mas como um ser dotado de curiosidade, aguçado espírito de observação e de grande inteligência.


Visitações

Exposição: Por dentro da mente de Da Vinci
Local: Espaço Cultural da UCG - Área 3 (Prédio da Arquitetura) – Praça Universitária - Universidade Católica de Goiás (GO)
Abertura: Terça-feira, 17/02, às 20 horas. Aberto à comunidade a partir de 18/02
Horário de funcionamento: Segunda a sexta, das 8h às 22h; sábados e domingos, das 8h às 18h.

Entrada franca

 

Palavras-chave: Arte, Cultura, Universidades

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