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Dezembro 2008

Dezembro 06, 2008

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Postado por Ana A. S. Cesar


Desenvolvido pela Universidade de São Paulo (USP), este portal dá acesso ao texto completo das revistas produzidas no campi, além daquelas credenciadas pelo Programa de Apoio às Publicações Científicas Periódicas da instituição.

Atualmente, ele disponibiliza 30 títulos, entre eles Acolhendo a Alfabetização nos Países de Língua Portuguesa, Almanack Braziliense, Anais do Museu Paulista: História e Cultura Material, Estudos Econômicos (São Paulo), Journal of Applied Oral Science, Papéis Avulsos de Zoologia, Psicologia USP, Revista Brasileira de Ciências Farmacêuticas, Revista de Antropologia, Revista de Saúde Pública e Revista do Instituto de Medicina Tropical de São Paulo. A intenção é incluir os demais títulos já credenciados, além de outros à medida que atenderem aos critérios de credenciamento do programa.

Segundo a USP, a iniciativa tem como objetivos ampliar a facilidade de acesso dos usuários ao texto completo das publicações e possibilitar a obtenção de indicadores da produção científica, como relatórios de índices de citação e de co-autoria, além de ampliar a visibilidade desses periódicos nacional e internacionalmente.

A iniciativa conta com parceria do Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde (Bireme), por meio do SciELO (Scientific Electronic Library Online), programa de biblioteca eletrônica virtual de revistas científicas brasileiras mantido pela Bireme e Fapesp.

tags: São Paulo SP jornalismo-midia usp revista revistas revistas-cientificas revistas-academicas academia universidade universidade-de-sao-paulo publicacoes-cientificas periodicos scielo bireme fapesp pos-graduacao mestrado doutorado

Palavras-chave: Doutorado, Mestrado, USP

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Postado por Ana A. S. Cesar
   

 

 
  
Com o objetivo de fazer um diagnóstico sobre as taxas de evasão e abandono escolar e as diversas formas de não participação de jovens no Ensino Médio, o Instituto Unibanco promove o seminário “A crise da audiência no Ensino Médio”, que acontece entre os dias 4 e 5 de dezembro, no Hotel Hilton, na cidade de São Paulo (SP).

O seminário conta com a participação do Ministério da Educação (MEC), Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Anísio Texeira (Inep), Conselho Nacional de Secretários da Educação (Consed), Instituto de Pesquisas Aplicadas (Ipea), Movimento Todos pela Educação e Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID).

O primeiro encontro discutiu o tema “A falta de participação dos jovens na Educação Média” e reuniu gestores públicos, diretores de escolas, pesquisadores, profissionais de universidades, membros de institutos, fundação e organizações não-governamentais.

“Nosso desafio é descobrir que indicador deveríamos estar medindo, tentar identificar o indicador ideal e como algumas hipóteses pode trazer um bom índice para explicar a evasão”, comentou o pesquisador do Ipea, Ricardo Paes de Barros.

Segundo a diretora de estudos educacionais do Inep, Elaine Pazello, o mais importante é mapear as formas alternativas de não participação e refletir sobre elas. “No início do ano o jovem tem a opção de se matricular ou não. Se ele opta por se matricular no Ensino Médio, ele pode ser aprovado, reprovado ou abandonar ou estudos, e é isso que queremos descobrir: quais são os fatores que desestimulam o jovem na participação do Ensino Médio”.

De acordo com um estudo de Elaine, dois indicadores são os que mais aparecem: ausência nas aulas e falta de interesse. Muitas respostas levam ao não comparecimento nas aulas, entre elas: o simples fato de não querer comparecer, não ter feito a lição de casa, não gostar de estudar, não estar acompanhando o desempenho da sala, as condições de trabalho, falta de incentivo em casa, atitude da turma, dedicação do professor e rede de ensino.

O estudo também aponta para alguns fatores que contribuem para a evasão escolar no Ensino Médio. Alta taxa de distorção idade/série no Brasil, o custo de oportunidade do Ensino Médio, que é maior do que no Fundamental e parte significativa dos alunos que estudam a noite e trabalham de dia, diferente dos alunos do Ensino Fundamental, são alguns dos elementos apresentados.

16% apontaram trabalho ou à procura de trabalho como motivo para faltas, número não significativo para Elaine. “Se comparados com os alunos no Ensino Fundamental, o aluno do Ensino Médio falta um dia a mais, calculado num período de 60 dias, o que aponta que o trabalho não aparece como um índice importante. Diferente do que muitos pensam, o estudo mostra que o trabalho tem um impacto pequeno para a evasão”, explicou.
 
Por fim, Paes de Barros retomou dados do Censo Escolar 2007 que apontam que existem 8.362.994 alunos matriculados no Ensino Médio e questionou: “Existe uma crise de audiência ou uma crise de interesse? O que está em crise? O interesse do aluno pela escola ou pela educação?”, ressaltou.

Palavras-chave: Educação

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Postado por Ana A. S. Cesar

 

A boa notícia é que agora todos estão falando sobre qualidade na educação. Superamos a fase do “lugar de criança é na escola”, com a universalização das vagas praticamente conquistada. Agora, trata-se de debater a qualidade do que acontece dentro das escolas, do ensino oferecido.

É neste contexto que se intensificou por aqui, a exemplo do que há tempos ocorre nos Estados Unidos, uma política de realização de exames nacionais e estaduais para avaliar a qualidade do ensino em todos os níveis, da Educação Infantil ao Ensino Superior. A perspectiva é simples (simplista?): as escolas e universidades existem para ensinar, logo devemos avaliar seu desempenho testando o nível do aprendizado dos estudantes a partir de provas objetivas. Com resultados claros em mãos, os governos são capazes de rankiar as instituições, determinando as melhores e piores. Estes rankings produzem manchetes na mídia que todos entendem e políticas específicas podem ser adotadas em direção às “piores”. Mas, a questão do aprendizado não é tão simples assim.

Há muito tempo, mais de um século, as teorias em educação tratam dos limites do ensino chamado conteúdista, que prioriza o processo de memorização, que é justamente a habilidade mais avaliada em uma prova, sobretudo a prova-teste. Mais recentemente, os avanços das ciências da cognição têm confirmado que o aprendizado só ocorre quando o corpo se mobiliza, a pessoa se envolve emocionalmente com a informação e a experimenta ou pratica. Estas idéias já estão consolidadas nas ciências da educação e foram, inclusive, incorporadas à Lei de Diretrizes e Bases de 1996 e, poucos anos depois, aos Parâmetros Curriculares Nacionais.

Se observarmos com atenção algumas destas provas elaboradas pelas equipes técnicas dos governos, veremos claramente o caráter desconexo do tipo de conhecimento que está sendo avaliado. Por exemplo, em 2007 um exame do governo de São Paulo teve como resultado uma situação que foi classificada pelos jornais como “trágica”: mais de 80% dos estudantes não atingiram os conhecimentos esperados pela Secretaria de Educação. A situação trágica foi diagnosticada com testes que pediam para estudantes de 12 anos calcularem o número de blocos necessários para a construção de uma mureta, considerando dimensões específicas dos blocos e da mureta desejada. Estudantes de 14 anos tinham que calcular a distância entre uma pessoa e um objeto a partir da localização deste objeto em relação a um morro, considerando a altura do morro e o raio de visão de quem está em seu topo. Estudantes de 17 anos deveriam calcular a altura de um edifício, considerando o ângulo obtido por um engenheiro localizado a uma distância específica do edifício com o uso de um teodolito. Pergunto ao leitor: você sabe responder a estas perguntas? Já teve necessidade de construir uma mureta calculando a dimensão dos tijolos? Já precisou calcular a distância em relação a um morro? E a altura de um edifício? Se você não é um engenheiro, provavelmente nunca precisou fazer nada disso, mesmo que seja um profissional bem sucedido e cidadão pleno de direitos. A Folha de S.Paulo, por exemplo, errou ao publicar os enunciados de duas destas questões, como bem foi apontado pelo ombudsman na semana seguinte. O erro passou por jornalistas, revisores, editores e milhares de leitores que nem se deram conta. Então, por que esperar que os jovens o façam? Por que medir a qualidade de uma escola com base na sua capacidade de treinar os estudantes a responderem este tipo de pergunta, mesmo sabendo que poucos anos (ou meses) depois das provas, eles já terão esquecido a resposta dada?

Em oposição a uma prova que mede o “rendimento escolar” - algo mais propício ao que Paulo Freire chamou de “educação bancária” – a avaliação pode ser um instrumento de pesquisa em favor da emancipação. Para isso, ela precisa reconhecer e valorizar os saberes que as pessoas têm e que normalmente são negados pela escola e pela visão “trágica”. Por exemplo, em uma aula de matemática da educação de jovens e adultos, um pedreiro mostrou ser capaz de calcular a área de uma janela apenas olhando para ela. Quando a professora usou os instrumentos da matemática para fazer a medição, concluiu que ele havia acertado com precisão. Outro estudante, um marceneiro, auxiliava os colegas com os cálculos algébricos, para os quais tinha grande facilidade. Quando o projeto era a realização de uma horta comunitária, as habilidades dos estudantes que eram sitiantes para estimar a área a ser plantada foram valorizadas. E a avaliação dava-se continuamente, com os registros diários das descobertas, dos cálculos realizados e das dificuldades encontradas. Era uma avaliação-pesquisa, voltada para a auto-reflexão permanente de estudantes e educadores.  

O problema é que as avaliações tipo teste competem com a avaliação-pesquisa. Trata-se de visões opostas com implicações contrárias na forma como se organiza o espaço e o tempo escolares, como se orientam as aulas, como se comportam estudantes e educadores. Ou bem a escola prepara os estudantes para responder perguntas sem significado ou orienta-se pela LDB e pelos PCN e se dedica de fato aos processos de aprendizagem, transformando-se em uma comunidade de produção de conhecimento.

Mas, muitos argumentarão que não é possível fazer avaliações do tipo pesquisa em larga escala, para o país todo. Sim, é verdade que as escolas e universidades do país deveriam ser avaliadas com base em questionários com perguntas bem simples. Estudantes, professores, funcionários, gestores e pais deveriam responder de forma direta e objetiva sobre o seu grau de satisfação em relação ao desempenho dos professores, funcionários e gestores, ao aprendizado dos estudantes, à participação da comunidade na instituição. Esta sim seria uma verdadeira avaliação que justificaria manchetes que determinam “as melhores” e “as piores” instituições de ensino do país e políticas direcionadas para as últimas.

 

Helena Singer é pesquisadora do Laboratório de Estudos e Pesquisas sobre Ensino e Diversidade da Unicamp e uma das fundadoras da Associação Politeia http://www.politeia.org.br

 

 

 

Palavras-chave: Educação, IEA, Unicamp, USP

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Dezembro 12, 2008

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Postado por Ana A. S. Cesar

 

 

http://video.globo.com/Videos/Player/Not...

Rio de Janeiro, década de 20. A Cidade Maravilhosa está nos arquivos da Cinemateca e nos livros de História. Imagens de um tempo inesquecível em branco e preto. Mas, nas memórias da escritora Maria Augusta Machado, de 93 anos, elas estão fresquinhas, cheias de cores e detalhes.

"Eu lembro quando foi declarada a guerra", conta ela. Neurônios afiados. Quem não gostaria de chegar a essa idade como ela? "Conheci o Corcovado sem estátua", recorda.

Grandes vultos do passado? Nas lembranças de dona Maria Augusta, parecem velhos conhecidos. "Ele tinha um chapéu meio inclinado. Era um homem baixinho, magrinho, esquisitinho, que ficava vendo as crianças brincarem. Mas eu não sabia quem era porque nunca contavam às crianças. Era Santos Dumont. Cansei de vê-lo sentado", afirma. Os avanços da medicina estão fazendo o homem viver mais e melhor. Mas, às vezes, o cérebro não acompanha, falha, sofre com as chamadas enfermidades da velhice, como o Alzheimer, a doença do esquecimento. Para vencer esse mal, a ciência está diante do seu maior desafio: decifrar o enigma do órgão que comanda nossa existência.

Desde os primeiros passos, das primeiras palavras da infância, a uma vida repleta de realizações, de experiências e memórias, tudo que se vive passa pelos misteriosos caminhos do cérebro. Segundo os cientistas, o amor, o ódio, o trabalho, até um simples movimento de dedo de mão ou um passo podem ser traduzidos em impulsos elétricos e químicos que acontecem dentro da nossa cabeça. São bilhões de neurônios formando um intrincado labirinto que a ciência tenta desvendar há cinco mil anos. O Globo Repórter percorreu uma parte desse extraordinário mapa da vida.

Nosso cérebro é resultado da vida que levamos. A diferença entre a lucidez e a demência pode estar na nossa rotina – até mesmo no que comemos. Mas e o que bebemos?

Nos laboratórios da Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos), no Rio Grande do Sul, cientistas pesquisam o soro da memória, um líquido que pode fazer a cabeça funcionar melhor. Concentra componentes poderosos, uma espécie de banquete natural para os neurônios.

"Tem proteínas e lipídios. Essas substâncias, cada uma de seu jeito, atuam ajudando os neurônios a fazer suas redes. Elas atuam em um momento importante, que é a formação de sinapses, justamente quando catalisamos tudo aquilo que vimos durante o dia. Apreendemos o conteúdo durante o sono, basicamente", explica a nutricionista Denize Ziegler, da Unisinos.

Mas de onde vem a poção quase milagrosa? Do soro do leite.

"O soro é a parte líquida do leite. As pessoas podem perguntar: 'Como, se o leite todo é líquido?'. Sim, ele é líquido, mas é a emulsão de várias substâncias dentro de um líquido. Separando a parte branca, fica a água do leite", esclarece a nutricionista.

Ciência pura que dá para fazer em casa. Mas atenção: não é qualquer leite que carrega o segredo do soro da memória. Leite de caixinha e em pó não funcionam. De acordo com os cientistas, o processo industrial acaba com os preciosos ingredientes que agem no cérebro. A pesquisadora recomenda o leite em saquinho, tipo A ou B.

"Ele é insípido, não tem gosto. Um gole não faz grande feito. O importante dos alimentos que servem como coadjuvantes da saúde é que eles sejam consumidos com o tempo. Estudos mostram que em três meses nota-se uma diferença na memória e no sono. Tomando meio copo antes de dormir durante três meses, há uma diferença interessante. Você vai conseguir descansar melhor, deixar o cérebro mais tranqüilo. Em conseqüência disso, vai ter um melhor aprendizado das tarefas que você realiza", diz a nutricionista.

Dura de três a cinco dias na geladeira. Também pode ser congelado. O processo é bem parecido com o que acontece nas fábricas de queijo. Mas qual é o destino dos milhões de litros de soro que o Brasil produz todos os dias? Na Europa, por exemplo, o soro do leite tem destino nobre: ele é transformado em pó e adicionado a massas e biscoitos e também vendido nos mercados como bebida para crianças e adultos. No Brasil, apesar de a ciência já conhecer os poderes do alimento, o soro da memória acaba na grande maioria das vezes jogado aos porcos.

Só em uma fábrica de queijo 70 toneladas por mês vão para o carro-pipa da fazenda da suinocultora Karmen Scheuer, em Marques de Souza, Rio Grande do Sul. Todo dia tem carregamento.

"Quatro mil litros custam R$ 20. É barato, mas é uma ajuda para laticínios. Se quiséssemos, poderíamos conseguir de graça, porque eles têm problemas com o meio ambiente. Eles têm que dar sumiço ao produto que sobra. É um lixo dos laticínios", diz a suinocultora.

 

Como registrar para sempre as lembranças mais importantes

Mas o soro, sozinho, não faz milagre. Em um laboratório da PUC do Rio Grande do Sul, a equipe do professor Iván Izquierdo fez uma descoberta surpreendente: a diferença entre as lembranças que ficam e as que desaparecem para sempre pode depender do que acontece 12 horas depois. São as 12 horas mágicas da memória.

Nossos cientistas descobriram que o hipocampo produz uma substância que consegue encontrar, 12 horas depois, no meio da gigantesca teia de neurônios, as conexões exatas que formam cada lembrança. Se você reviver de alguma forma essa lembrança exatas 12 horas depois, a substância produzida pelo hipocampo faz as conexões se tornarem permanentes.

"Primeira coisa: se você está interessado em algo que acaba de aprender, pense nisso durante o resto do dia e, entre outras coisas, 12 horas depois. Automaticamente, o cérebro vai fazer isso. Se você não estiver mais interessado, não pense mais. Aprendeu, tudo bem. Esqueceu, tudo bem", orienta o neurocientista da PUC do Rio Grande do Sul.

 

Como fazer o soro da memória

 

O soro deve ser feito em leite de saquinho  -  pode ser o tipo C.
Após comprar o leite, vire-o numa jarra e deixe-o atingir a temperatura ambiente - não pode ferver e nem esquentar. Deixe atingir a temperatura ambiente naturalmente.
Depois de atingir a temperatura, misture o suco de 1 limão ao leite e deixe talhar durante 24 horas  - para cada litro de leite, um limão. Em seguida coe com uma peneira bem fina para separar a parte sólida da líquida. O líquido resultante é o soro da memória.
Detalhe: 1 litro de leite = 500ml de soro.
Tome uma dose diária de 100 ml (meio copo) de soro, antes de dormir, todos os dias. Faz efeito depois de três meses: melhora o sono, a atenção e a memória.
O soro pode ser guardado de três a cinco dias na geladeira. Também pode ser congelado - dura de três a seis meses. 
Importante:  Os leites de caixinha e em pó não funcionam nesta receita.
Fonte: Globo Repórter de 28/11/2008.

 

NOTA DE RODAPÉ:  Daqui a pouco tá todo mundo morrendo por causa das formuletas que saem no Globo Repórter. A menos que se tenha alguma deficiência protéica ou lipídica não vai adiantar nada para a memória. Agora o programa só passa fórmulas mágicas: líquido da longevidade, os minerais da água salgada do Mar Negro e o poder da inteligência, Yoga como arma para uma vida de saúde, as 500 vezes mais vitamina C da fruta X,  o poder dos peixes, a sabedoria dos orientais e suas ervas...

Acreditem, o programa já chegou por aqui. Isso pega!

Eu hein...

Legal

Palavras-chave: Reportagem

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Dezembro 13, 2008

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   Patti LaBelle,Gladys Knight and Dionne Warwick

fonte: You Tube

Palavras-chave: Música, videopost

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Patti LaBelle,Gladys Knight and Dionne Warwick

 

Best wishes, Ana.

Sorriso

 

fonte: You Tube

Palavras-chave: Música, videopost

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Oito em cada dez brasileiros nunca ouviram falar do AI-5

 

Editado há 40 anos pelo general Costa e Silva, o AI-5, o principal símbolo da ditadura militar, é totalmente ignorado por 82% dos brasileiros a partir dos 16 anos. E, dos 18% que ouviram falar algo sobre ele, apenas um terço (32%) respondeu corretamente que a sigla se referia ao Ato Institucional nº 5.

Editado em 13 de dezembro de 1968 pelo então presidente, o general Costa e Silva, o AI-5 autorizava o Executivo a fechar o Congresso, cassar mandatos, demitir e aposentar funcionários de todos os poderes. O governo podia legislar sobre tudo, e suas decisões não podiam ser contestadas judicialmente. Em dez anos, o AI-5 serviu de base para a cassação de mais de cem congressistas. A censura atingiu cerca de 500 filmes, 450 peças, 200 livros e 500 canções.

Passados quase 30 anos de sua extinção, a lembrança do AI-5 vem se desvanecendo. Como observa o cientista político Marcus Figueiredo, do Iuperj, isso resulta do fato de que boa parte da população nasceu após 1968: "O fato tem 40 anos e não faz parte do calendário das datas nacionais". Mas mesmo no estrato de pessoas com 60 anos ou mais (indivíduos que tinham ao menos 20 anos quando o AI-5 foi editado), só 26% dizem ter ouvido falar dele.

O conhecimento sobre o AI-5 cresce à medida que avança a escolaridade formal. Só 8% das pessoas com ensino fundamental ouviram falar do AI-5. A taxa sobe para 53% entre quem tem nível superior, mas só 12% desse grupo se diz bem informado.

Para o sociólogo Leôncio Martins Rodrigues, professor aposentado da USP e da Unicamp, "a variável decisiva é a escolaridade": "É natural que o desconhecimento exista. A população comum é muito desinformada sobre questões políticas. O pessoal mal lê jornal. Isso não é só no Brasil. Foi feita uma pesquisa com jovens da Alemanha, e a grande maioria nunca tinha ouvido falar de Hitler".

Na opinião do historiador Marco Antônio Villa, da UFSCar, a pesquisa não revela "nenhuma surpresa": "Nós somos um país sem memória e despolitizado. Se a política fizesse parte do cotidiano, isso não aconteceria. É um duplo problema. Isso permite que quem colaborou com a ditadura possa se travestir de democrata".

Para o historiador Carlos Guilherme Mota, da USP, a pesquisa do Datafolha é previsível e resulta de um ensino ruim, da falta de financiamento às universidades e da falta de interesse num projeto nacional calcado no conhecimento histórico: "Vivemos num país em que as elites não têm preocupação em incentivar a educação e a pesquisa histórica", diz.

Mais do que um fiasco do sistema escolar, a historiadora Denise Rollemberg, da UFF, diz tratar-se de um processo que envolve esquecimento e reconstrução da história: "No Brasil pós-abertura política, quando a democracia passa a ser valorizada, há uma reconstrução do passado a partir do presente. Nessa reconstrução esquece-se o que houve para esquecer-se do aval dado".

Daniel Aarão Reis, também da UFF, concorda. Diz que que sempre que uma sociedade muda de valores surge o desafio de compreender por que se tolerou a situação agora deixada de lado: "É muito mais simples não falar do assunto, esquecer".

Um sintoma de que o apoio à ditadura foi mais amplo do que aparenta transparece na pergunta na qual o pesquisador, após explicar o que foi o AI-5, questiona se Costa e Silva agiu bem ou mal ao editá-lo: 48% avaliam que ele agiu mal, e 26% acham que ele agiu bem. A pesquisa foi feita de 25 a 28 de novembro com 3.486 pessoas. A margem de erro é de dois pontos.  (fonte: Folha de São Paulo)

 

 

Centro de Pesquisa e Documentação de História Contemporânea do Brasil

O Ato Institucional nº 5, AI-5, baixado em 13 de dezembro de 1968, durante o governo do general Costa e Silva, foi a expressão mais acabada da ditadura militar brasileira (1964-1985). Vigorou até dezembro de 1978 e produziu um elenco de ações arbitrárias de efeitos duradouros. Definiu o momento mais duro do regime, dando poder de exceção aos governantes para punir arbitrariamente os que fossem inimigos do regime ou como tal considerados.

O ano de 1968, "o ano que não acabou", ficou marcado na história mundial e na do Brasil como um momento de grande contestação da política e dos costumes. O movimento estudantil celebrizou-se como protesto dos jovens contra a política tradicional, mas principalmente como demanda por novas liberdades. O radicalismo jovem pode ser bem expresso no lema "é proibido proibir". Esse movimento, no Brasil, associou-se a um combate mais organizado contra o regime: intensificaram-se os protestos mais radicais, especialmente o dos universitários, contra a ditadura. Por outro lado, a "linha dura" providenciava instrumentos mais sofisticados e planejava ações mais rigorosas contra a oposição.

Também no decorrer de 1968 a Igreja começava a ter uma ação mais expressiva na defesa dos direitos humanos, e lideranças políticas cassadas continuavam a se associar visando a um retorno à política nacional e ao combate à ditadura. A marginalização política que o golpe impusera a antigos rivais - Carlos Lacerda, Juscelino Kubitschek, João Goulart - tivera o efeito de associá-los, ainda em 1967, na Frente Ampla, cujas atividades foram suspensas pelo ministro da Justiça, Luís Antônio da Gama e Silva, em abril de 1968. Pouco depois, o ministro do Trabalho, Jarbas Passarinho, reintroduziu o atestado de ideologia como requisito para a escolha dos dirigentes sindicais. Uma greve dos metalúrgicos em Osasco, em meados do ano, a primeira greve operária desde o início do regime militar, também sinalizava para a "linha dura" que medidas mais enérgicas deveriam ser tomadas para controlar as manifestações de descontentamento de qualquer ordem. Nas palavras do ministro do Exército, Aurélio de Lira Tavares, o governo precisava ser mais enérgico no combate a "idéias subversivas". O diagnóstico militar era o de que havia "um processo bem adiantado de guerra revolucionária" liderado pelos comunistas.

A gota d'água para a promulgação do AI-5 foi o pronunciamento do deputado Márcio Moreira Alves, do MDB, na Câmara, nos dias 2 e 3 de setembro, lançando um apelo para que o povo não participasse dos desfiles militares do 7 de Setembro e para que as moças, "ardentes de liberdade", se recusassem a sair com oficiais. Na mesma ocasião outro deputado do MDB, Hermano Alves, escreveu uma série de artigos no Correio da Manhã considerados provocações. O ministro do Exército, Costa e Silva, atendendo ao apelo de seus colegas militares e do Conselho de Segurança Nacional, declarou que esses pronunciamentos eram "ofensas e provocações irresponsáveis e intoleráveis". O governo solicitou então ao Congresso a cassação dos dois deputados. Seguiram-se dias tensos no cenário político, entrecortados pela visita da rainha da Inglaterra ao Brasil, e no dia 12 de dezembro a Câmara recusou, por uma diferença de 75 votos (e com a colaboração da própria Arena), o pedido de licença para processar Márcio Moreira Alves. No dia seguinte foi baixado o AI-5, que autorizava o presidente da República, em caráter excepcional e, portanto, sem apreciação judicial, a: decretar o recesso do Congresso Nacional; intervir nos estados e municípios; cassar mandatos parlamentares; suspender, por dez anos, os direitos políticos de qualquer cidadão; decretar o confisco de bens considerados ilícitos; e suspender a garantia do habeas-corpus. No preâmbulo do ato, dizia-se ser essa uma necessidade para atingir os objetivos da revolução, "com vistas a encontrar os meios indispensáveis para a obra de reconstrução econômica, financeira e moral do país". No mesmo dia foi decretado o recesso do Congresso Nacional por tempo indeterminado - só em outubro de 1969 o Congresso seria reaberto, para referendar a escolha do general Emílio Garrastazu Médici para a Presidência da República.

Ao fim do mês de dezembro de 1968, 11 deputados federais foram cassados, entre eles Márcio Moreira Alves e Hermano Alves. A lista de cassações aumentou no mês de janeiro de 1969, atingindo não só parlamentares, mas até ministros do Supremo Tribunal Federal. O AI-5 não só se impunha como um instrumento de intolerância em um momento de intensa polarização ideológica, como referendava uma concepção de modelo econômico em que o crescimento seria feito com "sangue, suor e lágrimas". (fonte: CPDOC FGV)

 

 

 

 

Palavras-chave: História

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Dezembro 17, 2008

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http://www.alb.com.br/apoioprof/autliterinfantil/img/010rubemalves.jpg

“A Casa”

por Rubem Alves

Jardins... Percebi que a Bíblia Sagrada é um livro construído em torno de um jardim. Deus se cansou da imensidão dos céus e sonhou... Sonhou com um... jardim. Se ele – ou ela – estivesse feliz lá no céu, ele ou ela não teria se dado ao trabalho de plantar um jardim. A gente só cria quando aquilo que se tem não corresponde ao sonho. Todo ato de criação tem por objetivo realizar um sonho. E quando o sonho se realiza, vem a experiência de alegria. Nos textos de Gênesis está dito que, ao término do seu trabalho, Deus viu que tudo “era muito bom.” O mais alto sonho de Deus é um jardim. Essa é a razão porque no Paraíso não havia templos e altares. Para que? “Deus andava pelo meio do jardim...” Gostaria de saber quem foi a pessoa que teve a idéia de que Deus mora dentro de quatro paredes! Uma coisa eu garanto: não foi idéia dele. Seria bonito se as religiões, ao invés de gastar dinheiro construindo templos e catedrais, usassem esse mesmo dinheiro para fazer jardins onde, evidentemente, crianças, adultos e velhos poderiam balançar e tocar os pés nas folhas das árvores. Ninguém jamais viu a Deus. Um jardim é o seu rosto sorridente... E se vocês lerem as visões dos profetas, verão que o Messias é jardineiro: vai plantar de novo o Paraíso: nascerão regatos nos desertos, nos lugares ermos crescerão a murta (perfumada!), as oliveiras, as videiras, as figueiras, os pés de romã, as palmeiras... E lá, à sombra das árvores, acontecerá o amor... Leia o livro dos “Cânticos dos Cânticos“! Pensei, então, que o ato de plantar uma árvore é um anúncio de esperança. Especialmente se for uma árvore de crescimento lento. E isso porque, sendo lento o seu crescimento, eu a plantarei sabendo que nem vou comer dos seus frutos e nem vou me assentar à sua sombra... Eu a plantarei pensando naqueles que comerão dos seus frutos e se assentarão à sua sombra. E isso bastará para me trazer felicidade!

 

 

Rubem Alves é educador, escritor, psicanalista e professor emérito da Unicamp - SP.

Palavras-chave: Educação, Literatura

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Dezembro 18, 2008

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Postado por Ana A. S. Cesar

It must have been cold there in my shadow
To never have sunlight on your face
You’ve been content to let me shine
You always walked a step behind

I was the one with all the glory
While you were the one with all the strength
Only a face without a name
I never once heard you complain

Did you ever know that you're my hero?
And everything I’d like to be?
I can fly higher than an eagle
’Cause you are the wind beneath my wings

It might have appeared to go unnoticed
But I've got it all here in my heart
I want you to know I know the truth
I would be nothin’ without you

Did you ever know that you're my hero?
And everything I’d like to be?
I can fly higher than an eagle
’Cause you are the wind beneath my wings

You are the wind beneath my wings...

 

 

Palavras-chave: Música, videopost

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Dezembro 19, 2008

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Postado por Ana A. S. Cesar

A todos os amigos e colegas da USP - professores, alunos e funcionários, um Feliz Natal e um Novo Ano de muitas realizações.

À equipe do Stoa, um agradecimento especial a cada um de vocês. Parabéns pelo excelente trabalho desenvolvido até agora. 

Um grande abraço a todos!

Ana César

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Dezembro 25, 2008

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Postado por Ana A. S. Cesar



Lições do Natal

RIO DE JANEIRO - A iconografia cristã tem dois momentos fundamentais: a criança recém-nascida na estalagem de Belém, tendo a aquecê-la o hálito de um burro e de uma vaca; e o corpo nu e maltratado de um homem coberto de chagas e opróbrio.

Entre as duas imagens, a história que mudaria a história para a grande parcela da humanidade concentrada no Ocidente.

Giovanni Papini inicia famoso livro sobre a vida de Cristo narrando o seu nascimento: "O presépio não é o pórtico airoso com que os pintores da Renascença, envergonhados com a pobreza de seu Deus, criaram para o consumo dos crentes".

Bem verdade que, antes mesmo da Renascença, a tradição apoiada nos evangelhos coloca fatos maravilhosos em torno da gruta de Belém: os pastores avisados pela milícia celeste, cantando a glória de Deus nas alturas e a paz aos homens de boa vontade.

Houve também a estrela que guiaria os Reis Magos para a oferta do ouro, do incenso e da mirra: "Vimos sua estrela no Oriente e viemos com presentes adorá-lo". Os exegetas deste versículo bíblico tiram duas lições desta simples frase: a ida e os presentes. Não adianta ver um sinal, é preciso ir em busca dele, tentar conhecê-lo e interpretá-lo.

Tampouco esta ida, este movimento de um ponto a outro não deve ser feita de mãos vazias, apenas para receber sem nada dar em troca. Os Magos foram "cum muneribus", com presentes, na velha tradição oriental.

Esquecendo o episódio cristão em si, tudo na humanidade implica uma viagem em busca de um sinal, não exatamente a viagem da alucinação química (drogas) ou da religiosa (preces), mas na capacidade de caminhar na direção da esperança.

Ainda que não se encontre a salvação, o simples fato de "ir" justifica grande parte da miséria humana.

 

CARLOS HEITOR CONY

Folha de São Paulo, December 25, 2008

 

Palavras-chave: Jornalismo, Natal, Notícia

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Dezembro 27, 2008

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Deficiências

"Deficiente" é aquele que não consegue modificar sua vida, aceitando as imposições de outras pessoas ou da sociedade em que vive.

"Louco" é quem não procura ser feliz com o que possui.

"Cego" é aquele que não vê seu próximo morrer de frio, de fome, de miséria, e só tem olhos para seus míseros problemas e pequenas dores.

"Surdo" é aquele que não tem tempo de ouvir um desabafo de um amigo, ou o apelo de um irmão. Pois está sempre apressado para o trabalho e quer garantir seus tostões no fim do mês.

"Mudo" é aquele que não consegue falar o que sente e se esconde por trás da máscara da hipocrisia.

"Paralítico" é quem não consegue andar na direção daqueles que precisam de sua ajuda.

"Diabético" é quem não consegue ser doce.

"Anão" é quem não sabe deixar o amor crescer. E, finalmente, a pior das deficiências é ser miserável, pois:

"Miseráveis" são todos que não conseguem falar com Deus.


Mário Quintana

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O próximo mês é o mês do Tom Jobim

Antônio Carlos Brasileiro de Almeida Jobim (Rio de Janeiro, 25 de Janeiro de 1927), mais conhecido como TOM JOBIM, foi compositor, maestro, pianista, cantor, arranjador e violonista brasileiro.
É considerado um dos maiores expoentes da música brasileira e um dos criadores do movimento da Bossa Nova. Tom Jobim é um dos nomes que melhor representa a música brasileira na segunda metade do século XX e é praticamente uma unanimidade entre críticos e público em termos de qualidade e sofisticação musical.
Inexplicavelmente, a genialidade de Tom Jobim continua sempre mais reconhecida nos palcos internacionais que entre os brasileiros, que estão em melhores condições de apreciar a beleza de suas canções.
Tom Jobim musicou de maneira real e imaginária nossa terra, nossos bichos, nossas matas, suas sombras, ruídos, seus vôos e movimentos. São sons suaves, leves, às vezes brincalhões, mas acima de tudo, sons brasileiros. Tom sonhava e cantava o positivo, o lado mágico de uma terra feita do que é bom, isso sem nunca deixar de mostrar nossos contrastes.
Jobim morreu aos 67 anos no dia 8 de dezembro 1994, em New York, no Mount Sinai Hospital, durante uma angioplastia.

"A gente não pode ser aquele garoto tímido toda a vida. Tem que se dar um pouco mais, chegar perto do público sem aquela armadura toda."

Tom Jobim



Caetano Veloso e Roberto Carlos em homenagem a Tom Jobim ao vivo em São Paulo, pelos 50 anos da Bossa Bossa.

Palavras-chave: Música

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Miles Dewey Davis Jr, ou simplesmente MILES DAVIS, nasceu em Alton, Illinois, no dia 26 de Maio de 1926.
Foi um importante trompetista, compositor e bandleader de jazz norte-americano.
Considerado um dos mais influentes músicos do século XX, Davis esteve na vanguarda de quase todos os desenvolvimentos do jazz desde a Segunda Guerra Mundial até a década de 1990. Ele participou de várias gravações do bebop e das primeiras gravações do cool jazz. Foi parte do desenvolvimento do jazz modal, e também do jazz fusion que originou-se do trabalho dele com outros músicos no final da década de 60 e no começo da década de 1970.
Miles Davis pertenceu à uma classe tradicional de trompetistas de jazz, que começou com Buddy Bolden e desenvolveu-se com Joe "King" Oliver, Louis Armstrong, Roy Eldridge e Dizzy Gillespie. Ao contrário desses músicos ele nunca foi considerado com um alto nível de habilidade técnica. Seu grande êxito como músico, entretanto, foi ir mais além do que ser influente e distinto em seu instrumento, e moldar estilos inteiros e maneiras de fazer música através dos trabalhos com seus grupos, em que muitos dos mais importantes músicos de jazz fizeram seu nome na segunda metade do século XX.
Miles Davis faleceu em 28 de Setembro de 1991 de AVC, pneumonia e insuficiência respiratória, em Santa Mônica, Califórnia, com 65 anos. Ele foi enterrado no Woodlawn Cemetery, no Bronx, New York.
Davis foi postumamente incluído no Rock and Roll Hall of Fame, em 13 de março de 2006. Ele foi também incluído no St. Louis Walk of Fame, Big Band and Jazz Hall of Fame, e no Down Beat's Jazz Hall of Fame.

Human Nature - Miles Davis

 

Palavras-chave: Música

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THE JOURNEY / RECOLLECTION

The Journey

By horse, by rail, by land, by sea, our journey starts
Two men incensed by one man's journey from the past
In Iceland, where the mountain stood with pride
They set off with their guide
To reach the mountain side

Roped as one for safety through the long descent
Into the crater of volcanic rock they went
Look up from our telescopic lens,
One star for us to share,
We continue on our prayer.

Crystals of opaque quartz, studded limpid tears,
Forming magic chandeliers, lighting blistered galleries.

Narration 1

Admiring shades of lava which imperceptibly passed from reddish
brown to bright yellow, their way lit by crystals appearing as
lighted globes, they continued through the lava gallery, which
gently sloped until they reached the inter section of two roads.
Without hesitation Professor Lidenbrook chose the eastern tunnel.
And the journey continued through a succession of arches, appearing
before them as if they were the aisles of a gothic cathedral; the
walls were enhanced with impressions of Rock weeds and mosses from
the Silurian epoch.

Narration 2

The Eastern route they had taken had come to a dead end. With three
days'walk back to the fork to find Arne Saknussemm's original
route, they found their water rations were limited to one day.
Knowing their only change of finding water was on that route, they
set off for the fork and there finally they fell almost lifeless on
the third day. After sleep, they continued down the other tunnel in
their quest for water, and whilst searching on his own, Hans, the
guide, heard the sound of water thundering behind a granite wall,
and, with a pick axe, attacked the wall so as to allow a stream of
boiling water to enter and cool in their tunnel. Not only had they
found life in the water but they had also found a flowing guide to
the Centre of the Earth. They called the stream the Hansbach.

Narration 3

Replenished with the water the journey continued with haste, but
somehow they find themselves separated. Professor Lidenbrook's
nephew Axel found himself alone. His mind was seized with
unparalleled fear and he saw memories of home flashing before him.
His fiancee Grauben, his house and friends in Hamburg. He saw
hallucinations of all the incidents of the journey. And, unworthy
as he felt, he knelt in fervent prayer and then, in panic, he ran
blindly through a tunnel only to reach a dead end, where he fell
panting for breath. In the darkness he cried... voices...
voices... voices... He heard voices. He heard his uncle's voice.
Due to the shape of the gallery and the conducting power of the
rocks, his uncle's voice was uncannily travelling around the
walls. By means of their chronometers they discovered they were
four miles apart, so Axel set about the task of rejoining the
Professor and their guide.

Recollection

Memories of a life on earth go flashing past,
Of home of Grauben, friends of whom he's seen his last
Contemplating what his life's been worth,
While trapped beneath the earth,
An embryo at birth

Pain and fear destroy the beauty I have seen,
Of caverns, where no other man has ever been
Silurian epoch hosts me as my grave,
My final blow I wave,
A life too late to save

Crystals of opaque quartz, studded limpid tears,
Forming magic chandeliers, lighting blistered galleries.

Narration 4

Suddenly the ground disappeared from beneath his feet. He fell down
a vertical shaft, his head hitting a sharp rock. He lost
consciousness. On opening his eyes, he found himself with the
Professor and the guide, and, looking around him, he saw an ocean
stretching as faras the eye could see, a giant forest of
mushrooms, a line of huge cliffs, and strange clouds hung
overhead, as he lay on a deeply indented shore of golden sand
strewn with shells. For a moment, he thought he was back on the
surface of the earth, but he soon realised that they had reached a
world within a world.

THE BATTLE / THE FOREST

Narration 5

Having made a raft from wood taken from the giant mushroom forest,
with rigging consisting of a mast made of two staves lashed
together, a yard made of a third, and a sail borrowed from their
stock of rugs, they set sail from the harbour - Port Grauben,
named after Axel's fiancee. With a north-westerly wind propelling
them along at about three miles an hour, silvery beams of light,
reflected here and there by drops of spray, produced luminous
points in the eddy created by the raft. Soon all land was lost to
view. Five days out to sea, they witnessed a terrifying battle
between two sea monsters. One having the snout of a porpoise, the
head of a lizard, and teeth of a crocodile - an Ichthyosaurus. And
the other, the mortal enemy of the first, a serpent with a
turtle's shell, the Plesiosaurus.

The Battle

Five days out on an infinite sea, they prayed for calm on an ocean free,
But the surface of the water ws indicating some disturbance.

The raft was hurled by an unseen source, two hundred feet, with
frightening force
And a dark mass rising showed to be a giant porpoise

Rising out of the angry sea, towered the creature's enemy,
And so the two sea monsters closed for battle

Crocodile teeth, lizard's head, bloodshot eye, stained ocean red
Moving close to their raft's side, the two men prayed as one and cried
"Save me, save me, save me, save me"

The serpents' fight went on for hours, two monsters soaring up like towers
And driving down to the depths in a single motion

Suddenly, the serpent's head, shot out of the water bathed in red
And the serpentine form lay lifeless on the ocean

Crocodile teeth, lizard's head, bloodshot eye stained ocean read
Battle won, a victor's pride, the three men thanked the Lord and cried
"Praise God, praise God, praise God, praise God."

Narration 6

Cumulus clouds formed heavily in the south, like huge wool packs
heaped up in picturesque disorder. Under the influence of the
breezes they merged together, growing darker, forming a single
menacing mass. The raft lay motionless on the sluggish waveless
sea and in silence they waited for the storm.

Narration 7

For four days the storm had raged as they clung to the mast of
their raft for safety. Finally, with their raft wrecked after
being bashed against the reefs, they lay sheltered from the
pouring rain beneath a few overhanging rocks where they ate and
slept. The next day all trace of the storm had disappeared and
what remained of their stock seemed intact. Checking the compass
brought only heartbreak as it showed that a chance of wind during
the storm had returned them to just a few miles north of Port
Grauben. So, deciding to try and find the original route they
advanced with difficulty over granite fragments mingled with
flint, quartz, and alluvial deposits, eventually reaching a plain
covered with bones. Like a huge cemetery. A mile further on, they
reached the edge of a huge forest made up of vegetation of the
Tertiary period. Tall palms were linked by a network of
inextricable creepers, a carpet of moss covering the ground and
the leaves were colourless, everything having a brownish hue.
Exploring the forest they discovered a heard of gigantic animals,
Mastadons, which were being marshalled by a primitive human being,
a Proteus. He stood over twelve foot high and brandished an
enormous bough, a crook worthy of this antediluvian shepherd.

The Forest

Journey on through ages gone, to the centre of the earth
Past rocks of quartz and granite, which gave mother nature birth

Burial ground of ancient man, his life no more is seen,
A journey through his time unknown, I wonder where he's been

Wonder where he's been, wonder where he's been, wonder where he's been

The shore now gone behind the hills, a forest in our sight,
Rocks and distant mountains, bathed in waves of blinding light

Forests from far gone time, no living man has seen,
A private prehistoric world, for you and I a dream

Brownish hue dicates my eye, no colour hides their fear,
Flowers faded, dull and cold, now bleached by atmosphere

Creatures twisting under trees, huge monsters soaked with rage
Hidden deep below our earth, a frightening, bygone age

Their shepherd came, now long extinct, a huge primeval man
The three men filled with disbelief, just turned as one and ran.
Narration 8

Dumb with astonishment and amazement which bordered on
stupefaction, they fled the forest. Instinctively, they made
towards the Lidenbrook Sea. Discovering a rusty dagger on the
beach, and the carved initials of the explorer before them on a
slab of granite, they realised that thay were once again treading
the route of Arne Saknussemm. Following a short sea journey around
a cape, they came ashore where a dark tunnel plunged deep into
rock. Venturing down, their progress was halted by a piece of rock
blocking their way. After deciding to blow their way through, and
setting the charge, they put out to sea for safety. With the
explosion, the rocks before them opened like a curtain, and a
bottomless pit appeared in the shore. The explosion had caused an
earthquake, the abyss had opened up, and the sea was pouring into
it. Down and down they plunged into the huge gallery, but on
regaining their senses found their raft rising at tremendous
speed. Trapped in the shaft of an active volcano they rose through
the ages of man to be finally expelled out on a mountain-side
riddled with tiny lava streams. Their journey was completed and
they found themselves 3000 miles from their original starting
point in Iceland. They had entered by one volcano and they had
come out by another. With the blue mountains of Calabria in the
east they walked away from the mountain that had returned them.
The frightening Mount Etna.
 

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Dezembro 28, 2008

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Os dons precisam ser usados na igreja

(Mensagem ministrada pelo bispo Tito Oscar na manhã do dia 28/12/2008 à igreja)

Texto básico:  1Cortíntios 12

Referências: 1Pedro 4:10; Efésios 4:11-18

Considerações: 1Co 12:11; 1Co 12:7; 1Co 12:14-25; 1Co 12: 28-30; 1Co 12: 28-30.

"Dom é atributo especial, dado pelo Espírito Santo, a cada membro do corpo, de acordo com a graça de Deus, para uso no contexto do corpo."

A quem é dado um dom espiritual?
É uma ferramenta, um instrumento que Deus coloca em nossas mãos para fazer uma diferença em nossa vida, visando o bem comum. A cada um de nós foi dada a graça conforme a medida do Dom de Cristo (Efésios 4:7).

Para que nos é dado um dom?
Para servir. "Servi uns aos outros, cada um conforme o dom que recebeu, como bons despenseiros da multiforme graça de Deus" (1Pedro 4:10). Fidelidade está vinculada a pratica do dom espiritual.

Quando recebemos os dons?
Uma pessoa recebe os dons espirituais quando se torna um crente, quando nasce de novo. Pode reconhecê-lo imediatamente ou muito mais tarde. O dom espiritual não é um fim em si mesmo, mas um meio pelo qual o amor de Cristo vai ser manifesto através do crente, que se torna um "canal" para o bem de outros e para glória de Deus.

Quais os benefícios do crente descobrir, desenvolver e exercer seus dons na igreja?
- O corpo funciona melhor, pois cada membro saberá seu lugar no corpo (Ef 2:10; 1Co 12:12-27);
- Haverá harmonia, e todos poderão trabalhar juntos em amor, sem ciúmes, inveja, orgulho ou falsa modéstia (Rm 12:3);
- Edificação: haverá desenvolvimento espiritual e de caráter; conseqüentemente o membro servirá melhor (Ef 4:16);
- Deus será glorificado (1Pe 4:10,11);

- Fidelidade está vinculada a pratica do dom espiritual.

Como o dom espiritual afeta o portador?
O exercício do dom traz alegria e satisfação, e ele se sente liberto e seguro em ser ele mesmo (auto-aceitação).

Como descobrir meu dom espiritual?
Podemos descobrir nossos dons mediante certas evidências:
- Nossa motivação básica. O dom está ligado diretamente a uma motivação depois da conversão. Revela-se no que realmente gostamos de fazer. Nessa atividade nos sentimos felizes e realizados.
- O dom também está realizado no que realizamos por completo, o que fazemos até o fim sem esmorecer. Em situação favorável a tarefa será cumprida.

Como diferenciar Dom espiritual de talentos naturais?
No dom espiritual sentimos a ação do Espírito Santo. Sentimos, ao realizar aquilo que é dom, que as forças não são nossas e por isso não nos enfadamos ou desanimamos; percebemos que é Deus quem está agindo e que nada poderíamos fazer sem Ele.

Os dons de Deus podem ser tirados?
Os dons e a vocação de Deus são irrevogáveis (Rm 11:29). Porém, quando o crente está em pecado ou em rebeldia, ele não conseguirá desenvolver o seu dom. Ele pode continuar fazendo tudo na obra, menos usar com eficácia o poder de Deus. O dom sem unção é apenas uma habilidade que não produz vida. Os dons de Deus são reconhecidos em nós por nossos irmãos, que são edificados através deles. Ninguém vai ser edificado apenas por habilidades.

OS DONS DENTRO DA IGREJA

Os líderes são um dom de Cristo para a igreja dele (Ef 4:11)
- Apóstolos
- Profetas
- Evangelistas
- Pastores
- Mestres

Considerações
- Os dons são distribuídos pela vontade do Espírito Santo (1Co 12:11);
- O dom é dado para proveito comum (1Co 12:7);
- Não devemos ter ciúmes dos outros irmãos (1Co 12:14-25);
- A cada um foi dado dons diferentes (1Co 12: 28-30);
- Os membros tem dons para exercer o trabalho de Cristo (1Co 12: 28-30);

O fim dos dons  (Ef 4:12-14)
- O aperfeiçoamento dos santos;
- Para a obra do ministério;
- Para edificação do corpo de Cristo;
- Para chegar a unidade da fé (Ef 4:13);
- Para chegar ao conhecimento do filho de Deus;
- Para chegar à estatura de varão perfeito.


Testemunho do Kaká, jogador de futebol

 

Palavras-chave: Bíblia, Cristianismo, Religião, Teologia

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Dezembro 29, 2008

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Los Angeles Times
 
 
 
Buddhist statue


A 24-foot marble statue of Quan yin is the first finished part of a worship center in the desert.

Interfaith cooperation and new beginnings marked California's religion news in 2008


Catholics, Jews and Muslims met in Huntington Beach; Armenians ordained priests; Jain temple rose in Buena Park; Buddhist site began in Adelanto; an O.C. man lunched with Pope Benedict XVI; and more.
When religion made news in California this year -- and it did frequently -- much of that news involved conflict.

Religious leaders of various faiths squared off on Proposition 8, the successful statewide initiative to ban gay marriage. Rifts also continued in the Episcopal Church, largely prompted by differing views on the role of gays and lesbians in church life.

Cathedral of Christ the Light

Cathedral of Christ the Light

But 2008 was also a time for new beginnings and of faiths coming together. As the year comes to a close, let's review a few of them.

Places of worship

A stunning new cathedral -- the Cathedral of Christ the Light -- was dedicated Sept. 25 in Oakland. The cathedral, sheathed in gleaming glass, glows at night beside Lake Merritt.

Among its features is a 58-foot image of Christ created by 94,000 perforations in aluminum panels above the altar. The image was based on a sculpture at Chartres Cathedral in France.

The Oakland cathedral seats 1,350 people for services and is part of a $190-million complex. Among the site's more unusual, and controversial, features is a garden dedicated to victims of clergy sexual abuse. Amid hedges and wooden benches is a dedication: "To those innocents sexually abused by members of the clergy. We remember, and we affirm: Never again."

A few weeks after the cathedral's opening, the second Jain temple in the state was dedicated in Buena Park. Members of the faith and scholars traveled from across the U.S. and India to participate in 11 days of ceremonies to celebrate the opening of the Jain Center of Southern California.

The $6-million temple was the product of more than a decade of planning and represents an even longer journey for Jains in California. Thirty years ago, dozens of worshipers met for prayers at a tiny house in Cerritos. Temple officials say the new center serves 1,000 families.

Jains are a small but influential religious minority in India and believe that salvation comes through leading simple, nonviolent lives.

Another worship center, this one dedicated to Buddhism, is taking shape near the desert town of Adelanto. In May, construction crews put finishing touches on the first phase of the project, which features a 24-foot statue of a saint said to have miraculous healing powers.

The striking white marble statue of Quan yin is surrounded by flat and seemingly endless desert. The project was the brainchild of a 67-year-old monk, Thich Dang "Tom" Phap, who lived near the statue in a trailer and also planned to open a meditation center.

"We build what we can afford," he told The Times. "Right now, we have about $400,000. We need $12 million. But we have faith, yes!"

New priests

Beginnings of a different sort took place in May, when about 20 men joined the priesthood in joyful and solemn ceremonies throughout Southern California.

The Roman Catholic Archdiocese of Los Angeles celebrated the ordination of 12 men, the largest ordination class since 1998, when 14 took vows. The Diocese of San Bernardino, which had ordained only seven priests in the previous 10 years, added six more.

That same month, two men joined the priesthood in the Western Diocese of the Armenian Church of North America. The ordinations, conducted in Los Angeles, were the first in the diocese in a decade because many priests serving in the region come from overseas.

Interfaith efforts

Southern California has long been home to a variety of interfaith efforts, and that continued in 2008. In November, Jews and Muslims participated in a national "twinning campaign" to create mosque-synagogue partnerships to combat Islamophobia and anti-Semitism.

The seeds for the project were planted in November 2007 in New York, where Jewish and Muslim leaders met to discuss how to forge stronger ties between their communities. They decided to pair mosques and synagogues, and to their surprise and delight, about 100 congregations signed up.

Among those participating in Southern California are Temple Emanuel of Beverly Hills and the King Fahad Mosque in Culver City. At a ceremony held at Temple Emanuel to kick off the campaign, Rabbi Marc Schneier said, "Jews and Muslims, as the children of Abraham, not only do we share a common faith, but we share a common fate."

Schneier is president of the https:// www.ffeu.org/index.htm "> www.ffeu.org/index.htm , which coordinated the interfaith effort with help from the Islamic Society of North America, the Muslim Public Affairs Council and the World Jewish Congress.

A far different and certainly much wetter interfaith effort occurred in Huntington Beach.

In October, the beach became a makeshift place of worship as about 400 people -- Catholics, Jews and Muslims -- gathered for a "blessing of the waves." The service was sponsored by the Roman Catholic Diocese of Orange and directed by a pair of surf-loving priests.

Meeting the pope

OK, it wasn't a new beginning or an interfaith effort, but it was unexpected. Armando Cervantes, who directs youth and young adult ministry programs for the Diocese of Orange, was one of 12 young adults from across the globe who had a private lunch with Pope Benedict XVI during his July visit to Australia for World Youth Day.

The diners brought gifts reflecting their home countries, so Cervantes' basket included a book of blessings from the U.S. Conference of Catholic Bishops. Two other gifts reflected Orange County roots: an Angels visor and a Mickey Mouse hat embroidered with the name Benedict XVI.

Los Angeles Times
December 29, 2008
 


Monday, December 29, 2008

Impact

Palestinian women cross a street in the Shuafat refugee camp, on the outskirts of Jerusalem, as demonstrators protest Israel's military operation in the Gaza Strip.

The day in photos - Gaza

A Palestinian family flees the Rafah refugee camp after an Israeli strike. The Palestinian death toll rose to 303 with an estimated 900 injured as raids continued. Some Gazans reportedly tried to break through the border to Egypt, but were repelled by Egyptian forces.

Israel continues airstrikes in Gaza; toll passes 300

Palestinians panic in Gaza
Los Angeles Times
December 29, 2008

Palavras-chave: Mundo

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Postado por Ana A. S. Cesar

 

O uso das regras do acordo ortográfico terá início a partir de janeiro de 2009 e será obrigatório a partir de 2013. Só 0,5% do vocabulário usado no Brasil será alterado com a reforma.

Existem casos de palavras em que ainda há dúvidas, por isso a grafia antiga será aceita até a publicação do novo "Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa" da Academia Brasileira de Letras - que registra a forma oficial de escrever as palavras previstas para mudança em fevereiro. Fique informado(a) na mídia escrita e falada que com certeza irá publicar as outras mudanças.

 

Veja o que muda com o acordo:NOVA REGRA ORTOGRÁFICA A PARTIR DE 01/01/2009

 

 

 

Palavras-chave: Acentuação, Língua, Ortografia, Regras

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Dezembro 30, 2008

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eXato acidente                    capa de eXato acidente
TONY MONTI
Editora:
Hedra


SOBRE O AUTOR: Doutorando em literatura pela Universidade de São Paulo, Monti lança agora o seu terceiro livro de contos. O primeiro, “O Mentiroso” (2003), recebeu o Prêmio Nascente, promovido pela USP.


TEMA: As historietas tratam do cotidiano, mas de um cotidiano sem encaixes lógicos, em que girafas passeiam pela cidade e tigres moram em apartamentos.


POR QUE LER: Monti recebeu uma bolsa do PAC pelo projeto deste volume. Sua prosa é seca e direta, e as surpresas ficam para os elementos quase oníricos que, não raro, saltam aos olhos do leitor logo nos primeiros parágrafos.

"Há nos contos de Tony Monti um prazer evidente pelos detalhes inusitados e pelos paradoxos da lógica. Uma atmosfera fantástica que por vezes lembra Kafka, mas sem a gravidade claustrofóbica do escritor tcheco, remetendo antes às traquinagens lúdicas de um Italo Calvino ou de um Julio Cortázar. Imaginação e frescor, em suma, em doses um tanto raras nas letras brasileiras de hoje." (Terra Magazine)

Sorriso

Palavras-chave: Contos, Literatura Brasileira, USP

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Dezembro 31, 2008

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 palavras ao vento.blogs.sapo.pt/beijos dourados

 

O tempo ganhou asas mais longas e já riscou do calendário a primeira semana do ano. Passada a euforia pelas festas do final do ano velho começamos a esperar agora pelo depois, pelo o que vem rápido utilizando as pernas do futuro. Otimistas, deixamos nossas dores e incertezas nas portas que se fecharam para sempre.

Estamos agora debruçados nas janelas que se abrem para um novo amanhã. Sedutor, excitante, atraente, escrevendo com a tinta da esperança todas as nossas promessas. Pincelando nossos novos horizontes com as cores de todos os nossos sonhos.

Espio o tempo com o meu olhar de criança para não ficar temendo o desconhecido. Acredito que sempre podemos recriar nossa infância armazenada nos vãos da nossa alma para festejarmos os segundos encantados de cada alvorada, de cada meio de tarde, de cada sol que se põe. A vida recomeça agora com a floração de muitos pés de esperanças.

Mesmo sabendo que o calendário que marca a ronda dos anos apenas nos diz que os dias continuam e que não tem como consertar todas as nossas ansiedades, nossas horas sofridas, temos que acreditar que chegamos num pedaço do tempo que promete e pode cumprir. Que escreve o que queremos ler. Que nos conta o que queremos ouvir. Que nos ofertará o amor que deixamos escapulir no ano que passou.

Claro que não podemos ser tão inocentes a ponto de acharmos que uma simples virada de ano vai arrumar tudo que anda desarrumado no nosso interior. Na nossa vida. Mas podemos, por um momento, voltar a pensar como crianças felizes e acreditar nos anseios coloridos, no fantástico, no que encanta. Somente assim vamos poder enfrentar as verdades do nosso destino quando elas de fato acontecerem. Quando forem inevitáveis. Por enquanto é tempo de buscar boas notícias. De acreditar em bons presságios. De garimpar a ventura, a felicidade, o amor.

Como sabemos que não conseguiremos viver pelas ruas da solidão, então é tempo de buscar as paixões avassaladoras que já achamos que estão perdidas. Afinal, estamos apenas começando a correria pelos nossos desejos que estavam adormecidos, pelos nossos sonhos que não ultrapassaram os parapeitos das nossas janelas.

Como temos a certeza que nunca nos despediremos de nossas saudades de alguém que se escondeu para sempre entre as estrelas é tempo, então, de aprender a valorizar os momentos felizes que vivemos juntos e pensar que existem coisas que fazem parte da lei da reversão eterna. Da lei da vida.

Como sabemos que nunca conseguiremos enganar o tempo, é prudente que tentemos entender a sua caminhada apressada e pegar carona nas suas horas felizes para que amanhã não lamentemos o que não ousamos buscar. O que nunca mais poderemos encontrar, descobrir, desbravar.

Agora não é o momento de olhar o passado, o que nos feriu, os dardos que nos alcançaram, os desamores que nos cegaram, o ciúme que nos desorientou, a mentira que nos fez chorar, as traições que apunhalaram nossas verdades. Agora é tempo de acreditar que o presente nos oferta o futuro, uma vida inacreditável. Sem delírios, mas com sonhos. No que está escrito nas estrelas. Em todos os céus.

Tenho lido muita coisa negativa nesse começo de ano. Existem muitos corações já naufragando nos oceanos dos infortúnios. Vejo muitos olhos que não sabem o que contemplar. Para os desanimados, os pessimistas de plantão, os amantes da má sorte, os que não acreditam no amor, que este ano passe voando e que tenham um feliz 2009. Quem sabe a vida não poderá dar uma nova chance para essa caravana de desiludidos. Eu, ao contrário, sou esperança que não acaba.

 

Autoria de Noelio A. Mello, para o banco de cultura, Overmundo.

 

     
     

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Postado por Ana A. S. Cesar | 1 usuário votou. 1 voto | 0 comentário