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maio 19, 2009

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Postado por Ana A. S. Cesar

 

 

FLIP reúne 34 autores de nove nacionalidades e faz homenagem a Manuel Bandeira
A FLIP 2009 acontece entre os dias 1 e 5 de julho. Estarão em Paraty 34 autores, reunidos em 18 mesas que vão abordar de poesia a ciência, do jornalismo literário à crítica musical, da literatura portuguesa à história, do conto e dos quadrinhos à arte contemporânea. Como de costume, a FLIP receberá autores de destaque em suas áreas, em encontros que valorizam o intercâmbio de experiências distintas. Saiba mais.

 

 

Domingos de Oliveira fala sobre crise das relações amorosas
O cineasta Domingos de Oliveira e o escritor Rodrigo Lacerda dividem mesa que promete render boas discussões também nos bares de Paraty. O tema dos relacionamentos amorosos está presente na maioria das quase cinquenta peças teatrais de Domingos de Oliveira e em seus principais filmes, como Todas as mulheres do mundo (1967) e Separações (2002). O assunto também está no centro do romance Outra vida (2009), livro mais recente do escritor Rodrigo Lacerda, que retrata a frágil relação entre um casal que tenta sobreviver na cidade grande.

 

 

 

 

 

 

Flipinha e Cine Clube de Paraty promovem Ciclo Manuel Bandeira
A Casa da Cultura de Paraty receberá, de 12 a 14 de maio, o Ciclo Manuel Bandeira, realizado em parceria entre a Flipinha, a UFRJ e o Cine Clube de Paraty. O evento, que reunirá atrações como palestras, sessões de cinema e um sarau, é destinado aos professores das redes pública e privada de ensino e à comunidade de Paraty. A programação tem entrada gratuita. Para mais informações, clique aqui ou entre em contato com a Casa Azul, associação que organiza a FLIP e a FLIPINHA, pelo telefone
(24)3371-7082.

 

China na FLIP

A literatura chinesa marca presença na FLIP, pela primeira vez, com a vinda da jornalista Xinran e do romancista Ma Jian, que dividem mesa em Paraty. Xinran é autora, entre outros, de As boas mulheres da China (2002), no qual reuniu depoimentos de mulheres vítimas de violência, obtidos num programa de rádio criado pela escritora na década de 1980. Ma Jian utiliza-se da ficção para falar de seu país, caso de Pequim em coma (2008), escrito em primeira pessoa por uma vítima fictícia do massacre da Paz Celestial.

fonte: www.flip.org.br

Palavras-chave: Literatura

Postado por Ana A. S. Cesar

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