http://latrinadasletras.blogspot.com/2009/08/praiana.html

Sua sombra samba
Sobre as sobras
De sol e de sal.
Palavras-chave: nnpp
http://latrinadasletras.blogspot.com/2009/08/praiana.html

Palavras-chave: nnpp
http://hay-tomates.blogspot.com/2009/05/make-it-new.html

*** "You´re gonna make me lonesome when you go", Madeleine Peyroux.
Palavras-chave: nnpp
http://hay-tomates.blogspot.com/2009/04/constatacao-ii.html
Palavras-chave: nnpp
http://hay-tomates.blogspot.com/2009/04/convite.html

Palavras-chave: nnpp
http://hay-tomates.blogspot.com/2009/03/sobre-aquelas-lavas-todas.html
Palavras-chave: nnpp
http://hay-tomates.blogspot.com/2009/03/intermezzo.html
Palavras-chave: nnpp
http://hay-tomates.blogspot.com/2009/03/autofagia.html
Palavras-chave: nnpp
http://hay-tomates.blogspot.com/2009/03/o-velho-wilde.html
Palavras-chave: nnpp
http://hay-tomates.blogspot.com/2009/03/constatacao.html
*** "Na carreira", Chico Buarque e Edu Lobo.
Palavras-chave: nnpp
http://hay-tomates.blogspot.com/2009/03/das-coisas-que-nao-se-le-mas-se
Palavras-chave: nnpp
http://hay-tomates.blogspot.com/2009/03/das-coisas-que-se-le-nas-noites
Palavras-chave: nnpp
http://hay-tomates.blogspot.com/2009/03/exercicio-anomalo-i.html
Palavras-chave: nnpp
http://hay-tomates.blogspot.com/2009/02/cotidiano.html
Considerar: 1. do latim considerare: estar com as estrelas.
E às vezes é tão difícil, não é?
Palavras-chave: nnpp
http://hay-tomates.blogspot.com/2009/02/all-that-jazz.html
Palavras-chave: nnpp
http://hay-tomates.blogspot.com/2009/02/dialogos-iii.html
*** "Unfinished sympathy", Massive Attack.
Palavras-chave: nnpp
http://minimae.blogspot.com/2009/08/e-se-eu-estiver-condenado-viver
E se eu estiver condenado a viver sozinho?Palavras-chave: nnpp
http://hay-tomates.blogspot.com/2009/10/inedito.html
inédito:Palavras-chave: nnpp
http://latrinadasletras.blogspot.com/2009/08/rumo.html


Palavras-chave: nnpp
http://altctrlodel.blogspot.com/2009/03/resposta-ao-gabs.html
“Mofado Caio De Um Sonho De Uma Noite De Verão
Em Uma História Sem Fim De Cinema!”
(ou Rascunho de Dragão em IV Ondas)
I.
além do jardim
ninguém fala a mesma língua
as dádivas cobradas selvagens
nos furtam do concreto
a alma distraída
que nos guia pela rua
o único de cada hora
é a repetitiva visão do amanhã
só que o azul do céu não é o sol
mas a tristeza da hora de partir
parto
II.
o coração leve
na monotonia da inconstância
todos filmes que chorei
são livros lacrados
obliteração fluida
de 1.000rps por semanas
não a freqüência constante das marés
mas a chuva de verão
a tempestade tropical
o furacão
o coração leve é o olho do furacão
III.
cada um está só no coração do mundo
atravessado por um raio de sol
e súbito crepúsculo
sem me ter, todo dia se arrasta
comigo, nenhuma noite é muito longa
… me ame menos, mas me ame por muito tempo
como se pudesse manter suspenso no ar
o coração leve – sempre há ventania,
sempre há tempestade tropical;
o coração leve é o olho do furacão
cercado pelos relâmpagos lendários do
oriente deste vendaval
enquanto desafiamos a gravidade
nos manter com todo peso em guarda – roupas encharcadas
de perto eletrizadas, sem tocar (por
medo das baforadas) – não dá pra seguir em frente
não dá pra deixar pra trás – nós
desafiando a gravidade
enquanto dançamos na beira do precipício contra-ad-
mirado mundo novo ao
som dos trovões se aproximando o
toque – não
podemos encher o espaço, um ao outro, preenchemos dentro de cada metade, adiante o inevitável colapso dos mundos, aproximando sem tocar, matemáticos contra os dragões, prenhes em cada fração fissurável até esgotar a leveza
engravida-de
parto
IV.
vestígios de um dia
você não dorme com o Gim, mas ele acorda com você
linguando a ressaca seca, irriga a garganta e gargalhada de perfume
mistura pau-no-pau o cheiro de borracha-de-vênus metida a lagartixa
num sol que não dura o sábado
a primeira escolha da manhã – 1ª
a madrugada divaga quem é você,
mas o dia só pergunta o quê fazer com ele...
e nada que explique o amanhecer vai te levar ao fim da noite /
eu sou um bocado
bêbado, um bocado viado, um bocado
louco, um bocado escritor;
mas um bocado é apenas um pedaço,
algo que explica quem é você ao fim do dia...
nas fossas marinhas das conversas de bar?!
Nenhum comentário de boutique, palavrão fora de hora, ou filosofia amanhecida de sexta-feira torna mais fácil levantar da cama e decidir o que fazer da sua vida.
Vá estereotipar a sua mãe!
(e não esqueça de converter o betamax em blue-ray, pra não ficar pesado...)
Palavras-chave: nnpp
http://altctrlodel.blogspot.com/2006/08/ii-erro-no-identificado.html
Canal certo, veículo usual, autores consagrados. Onde estava? Meio de semana ordinário, problemas?, sim. Algo errado! Notícias pedindo botóx, mas algum schrubles emanava positivismo de psico-esoto-baboseira. Seria um vírus-hippie? Cadê a desesperança da imprensa? Chato não era, só instigava. Quadro após quadro as prisões, brigaiadas e posicionamentos pareciam ir para algum lugar. Dava mais medo que um Emo. Dia tosco.
Nunca tive pressa de chegar no “para onde vamos”. E se eu não gostar do lugar?
Existencialistas-de-merda são péssimos agentes de viagem; eu provavelmente acabaria com um bilhete de retorno da Varig (bem feito por trepar com leitores de Sartre). Mas, se estávamos indo, era melhor eu descobrir a destinação e me preparar.
“33”. Não precisava de protetor solar, só de sorte. Morria com 32 e escapava da DR com minha vida. Discutir o relacionamento com o mundo pra quê? Pra mim o sentido da vida sempre foi 33. Tava bom; e eu chegava feliz no próximo “Mochileiro da Galáxia”. Peraí!
- Vocês não tão entendendo nada, né? Puxa o controle e vamos reduzindo
Trinta-e-três é o sentido da vida ou é quando entramos numa sala de conferência para discussões mais aprofundadas? Como o sentido da vida não devia ser o inferno, tava mais pro número da sala. Mas demora pra descobrir...
A primeira pessoa confiável que voltou do Tibet me garantiu ter ouvido do Lama que a resposta era 33. Eu estava com um terço da minha filosofia de vida resolvida... Até que fiquei preso numa fila com um numerólogo cabalista. Inferno. Cismou de entregar que 3 é o eterno e que aos 33 anos (ele devia ser cristão...) me depararia com uma “crise espiritual”. Puta troço chato. Mas como eu não queria virar um cabaço-balzaquiano-gatão-radical-chic-em-crise, resolvi viver só até os 32. Viva Cazuza! Viva Cássia Eller!
Adonai seja louvado! Se você for acreditar em cabala, é melhor ouvir de um Rabino do que da Madonna. Ou, pelo menos, de um judeu. Perguntei num jantar e levei uma sacaneada. Você encontra um 33 a qualquer momento, seu shmokale. Sempre que você tem problemas de falta ou excesso de tempo, você lembra que não é eterno – fácil! Era só eu deixar de ser um vagabundo workaholic.
Mas isso não resolvia meu problema com o jornal...
Se todo mundo estava se deparando com a existência ao mesmo tempo, aí tinha. Em alguma página, alguma notícia tinha que explicar aquela crise de positivismo-hippie entre os jornalistas. E lá estavam elas na página 3:
Solstício: O que fazer na mais longa noite do ano?
Morte: Comoções durante homenagem a Bussunda.
Incertezas: Brasil deverá efetuar mudanças na Copa?
Entrei em crise, sinto muito...
Palavras-chave: nnpp