Stoa :: Academia de Letras da Faculdade de Direito de São Paulo

Introdução

Fundada em 1932, a Academia de Letras da Faculdade de Direito de São Paulo é uma associação de estudantes do Largo de São Francisco interessados em Literatura e artes em geral, seguindo a longa tradição de literatos franciscanos: Alphonsus de Guimaraens, Álavres de Azevedo, Alcântara Machado, Augusto de Campos, Bernardo Guimarães, Castro Alves, Fagundes Varella, Guilherme de Almeida, Haroldo de Campos, Godofredo Rangel, Hilda Hilst, José de Alencar, Lygia Fagundes Telles, Monteiro Lobato, Olavo Bilac, Raduan Nassar, Raul Pompéia e tantos outros que passaram sob estas Arcadas.

Essa comunidade é para todos os que em todos os tempos se juntaram em volta do sagrado Túmulo de Julius Frank e beberam do sagrado vinho barato e recitaram poemas.

Ou então beberam do sagrado vinho barato e cantaram trechos de ópera, ou beberam do sagrado vinho barato e fizeram coisas loucas em geral, ou simplesmente se acostumaram a beber aquele vinho barato porque você uma vez estava passando e falaram que era de graça!

Longa vida às Récitas, o único evento franciscano com álcool que passa batido pelo Olho Eternamente Vigilante do Imperador!

"Não deixe a Faculdade atrapalhar seus estudos!"

Descrição breve

- agregando blogs literários de estudantes do Largo de São Francisco

Interesses

Artes, Faculdade de Direito, FDUSP, FLAP, FNX, Julius Frank, Largo São Francisco, Letras, Literatura, Poesia, poetas, Récitas, Revista Phoenix, Rodas de Leitura, Sanfran, Wallace O'Brian

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Acaba de ser lançado, ainda em formato digital, o meu novo livro de contos intitulado 'Saca-Rolhas'. A capa é do premiado Elder Galvão e o prefácio, de Ivan Angelo - duas vezes agraciado com o prêmio Jabuti. O livro está disponível, nessa versão, no Gato Sabido/Submarino: https://www.gatosabido.com.br/submarino/ebook-download/112201/sacarol Segue o prefácio: "Dez textos compõem este livro. Curiosamente, não há entre eles um que se chame Saca-Rolhas e não há referências a esse objeto nas suas histórias e não-histórias. Há claramente uma metáfora: os textos são instrumentos que o autor usa para desobstruir seus próprios gargalos, existentes ou imaginados, de rolhas da emoção ou da expressão. A escrita é fluida, a prosa corre bem. Há contos tradicionais, como o bem-realizado “A Sinhá”, primeiro da coletânea: há uma crônica bem-humorada, como “Malandros”, sobre flanelinhas e sua atividade inútil-oportunista; há momentos de emoção bem-medida, como em “Quando eu me perdi”; há um criativo conto safado, “A mão de Clarice”; há uma longa digressão, felizmente divertida, sobre regionalidades brasileiras, principalmente a brasiliense; há uma perambulação em torno do pequeno drama dos 30 anos, em “Homem aos 30”; há busca de efeitos, tratamento do texto, autoexplorações – e o que dá unidade ao conjunto é que tudo parece fazer parte do mundo de um mesmo personagem, tanto as inquietações à moda de artigo quanto as peripécias vividas por ele." (Ivan Angelo, duas vezes agraciado com o Prêmio Jabuti)

Postado por Roberto Domingos Taufick em Academia de Letras da Faculdade de Direito de São Paulo | 0 comentário

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http://latrinadasletras.blogspot.com/2009/08/praiana.html


Sua sombra samba
Sobre as sobras
De sol e de sal.

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http://hay-tomates.blogspot.com/2009/05/make-it-new.html



O espírito do tempo - meu tempo. Zeitgeist privé; espírito. Não escrevo, não. Não consigo mais. Talvez amanhã. Enquanto isso, assisto novamente os filmes favoritos. Um por um. E o que encontro? Resposta. Nos lábios de um Sean Connery inspirado, interpretando um escritor. Finding Forrester.

Forrester: No thinking - that comes later. You must write your first draft with your heart. You rewrite with your head. The first key to writing is... to write, not to think!

*** "You´re gonna make me lonesome when you go", Madeleine Peyroux.



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http://hay-tomates.blogspot.com/2009/04/constatacao-ii.html


Aberrações devem ficar no circo, não no seu apartamento.
*** "Valsa dos clowns", Chico Buarque.

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COLEÇÃO POESIAS DE ESPANHA



Os 70 anos do encerramento da Guerra Civil Espanhola, um dos episódios mais cruéis e de maior impacto do séc. XX, serão lembrados no dia 1º de abril de 2009. Para marcar a data, a editora Hedra lança, no dia 3 de abril na Casa das Rosas, a coleção Poesias de Espanha: das origens à Guerra Civil, uma antologia poética em quatro volumes que reúne as literaturas galega, espanhola, catalã e basca, todas elas profundamente marcadas pela Guerra Civil Espanhola.

Os volumes que serão lançados, intitulados Poesia galega, Poesia espanhola, Poesia catalã e Poesia basca, todos com o subtítulo “das origens à Guerra Civil”, reúnem uma seleção de poemas e autores representativos dos principais períodos históricos de cada literatura, desde suas origens como manifestação literária, a partir do séc. XII, até a Guerra Civil Espanhola, encerrada em 1º de abril de 1939.

O corte temporal, além de abarcar as origens da poesia de cada uma das línguas, destaca a importância da Guerra Civil Espanhola para as quatro literaturas, simultaneamente como elemento de ruptura e fator de convergência, na medida em que representa o desaparecimento de toda uma geração de escritores perdida na guerra ou no exílio.

Com organização e tradução de Fábio Aristimunho Vargas, a antologia conta ainda com um amplo aparato crítico: uma apresentação geral à coleção seguida dos prefácios específicos para cada língua, notas biobibliográficas dos autores e poemas, um quadro sinótico, fonética sintática e guia comparativo das ortografias portuguesa, galega, castelhana, catalã e basca.

Entre os autores reunidos figuram nomes tão diversos como Martim Codax, Rosalía de Castro, Manuel Antonio (Poesia galega), Gonzalo de Berceo, Garcilaso de la Vega, Federico García Lorca (Poesia espanhola), Ausiàs March, Jacint Verdaguer, Bartomeu Rosselló-Pòrcel (Poesia catalã), Bernat Etxepare, José María Iparraguirre, Lauaxeta (Poesia basca), entre vários outros, além de composições e cantigas de origem popular.

O livro dedicado à poesia catalã foi premiado pelo Institut Ramon Llull, entidade responsável pela projeção no exterior da língua e da cultura catalãs, com sede em Barcelona, com a concessão de apoio à tradução em 2009.



SOBRE O ORGANIZADOR

Fábio Aristimunho Vargas é professor, escritor e advogado. Cursou direito e letras na USP. É mestre em direito internacional pela USP, especialista em direito internacional privado pela Universidad de Salamanca e especialista em estudos bascos pela Fundación Asmoz de Eusko Ikaskuntza e pela Universidad del País Vasco. Traduziu para o português os livros Atlas: Correspondência 2005--2007 [Edicions sèrieAlfa, 2008], do poeta valenciano Joan Navarro e do artista plástico catalão Pere Salinas; La entrañable costumbre [Mantis Editores, 2008], do mexicano Luis Aguilar, entre outros. É co-organizador e tradutor ao castelhano da coletânea de jovens poetas Antologia Vacamarela: português, espanhol e inglês [Edição dos autores, 2007]. Mantém o blogue medianeiro.blogspot.com



DEBATE E RECITAL

Paralelamente ao lançamento haverá um debate e um recital quinquelíngue de poesia. O debate abordará o tema “O impacto da Guerra Civil nas literaturas galega, espanhola, catalã e basca”. Dele participarão Estebe Ormazabal, professor de língua basca; Miguel Afonso Linhares, linguista e professor de espanhol em Roraima; Fábio Aristimunho Vargas, organizador e tradutor da coleção Poesias de Espanha, e Paulo Ferraz, poeta e editor.

No Recital Quinquelíngue, escritores convidados farão leituras de poemas em galego, castelhano, catalão e basco, com as respectivas traduções ao português. Participarão das leituras, entre outros escritores, Alfredo Fressia, Ana Rüsche, Andréa Catrópa, Dirceu Villa e Ruy Proença. Ao final, serão apresentados vídeos com canções e baladas antigas.



APOIO
Institut Ramon Llull
Casa das Rosas



DIVULGAÇÃO
Euskal Etxea Brasil
Associação Cultural Catalonia
Coletivo Vacamarela
Instituto Cervantes



SERVIÇO
Coleção Poesias de Espanha, em quatro volumes: Poesia galega: das origens à Guerra Civil, Poesia espanhola: das origens à Guerra Civil, Poesia catalã: das origens à Guerra Civil e Poesia basca: das origens à Guerra Civil, editora Hedra, 2009.
Organização e tradução Fábio Aristimunho Vargas
· Lançamento: dia 03 de abril, a partir das 19h
· Debate: O impacto da Guerra Civil nas literaturas galega, espanhola, catalã e basca.
· Recital quinquelíngue com a participação de escritores convidados.
Casa das Rosas
Av. Paulista, 37 -Bela Vista – São PauloFone: 11 3285-6986/ 3288-9447Funcionamento: de terça a sexta, das 10h às 22h. Sábados e domingos, das 10h às 18h.



INFORMAÇÕES À IMPRENSA

Marcele Rocha
11. 9417 – 0169 11. 3097 – 8304
marcele@hedra.com.br

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http://hay-tomates.blogspot.com/2009/03/sobre-aquelas-lavas-todas.html

Esta é a hora da expansão, do viver verdadeiro.
Todo o resto foi uma preparação.
A verdade é que sou inconstante,
com estímulos sensuais em muitas direções.
Fiquei docemente adormecida por alguns séculos,
e entrei em erupção sem avisar.


*** "Human nature", Miles Davis.

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http://hay-tomates.blogspot.com/2009/03/intermezzo.html

Quase nunca faço isso, quer dizer, ler dois livros ao mesmo tempo. Fico confusa, sabem? Também porque esse procedimento interrompe meu processo compulsivo. Explico: quando o livro é muito bom, gosto de lê-lo, assim, numa tacada. Os últimos livros que foram alvo da minha mania compulsiva foram Amor, da Toni Morrison - lido em 3 noites (covardia! o livro é relativamente curto); PanAmérica, do José Agripino de Paula - lido em uma semana (tive que parar e me aprofundar em certos dados que o autor apresenta, dã!) e o terceiro e último foi O fio das missangas, do Mia Couto - livro fantástico, cujo trechinho deixo aí abaixo porque o cara é um monstro. Recomendo.
OBS: E pensar que um dia cheguei a achar que ele era ela. Mia? É, tal como a Mia Farrow, ex do Woody Allen. Ai, ai, essas meninas pouco sabidas...
Regressava a horas, entrava em casa pelas traseiras para não chorar ante os olhos sofridos de minha mãe. Minha fatia de tristeza era uma ofensa perante as verdadeiras e inteiras mágoas dela. Regressava depois do quarto, olhos recompostos, fingindo uma alegriazita. Minha mãe se apercebia do meu estado, desembrulho sem prenda. E me dava conselho:
- Sonhe com cuidado, Mariazita. Não esqueça, você é pobre. E um pobre não sonha tudo, nem sonha depressa.
COUTO, Mia. Meia Culpa, meia própria culpa. In: O fio das Missangas. São Paulo: Companhia das Letras, 2009, p. 41.
*** "Não enche", Caetano Veloso.

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http://hay-tomates.blogspot.com/2009/03/autofagia.html


Este post se auto-destruirá em 48 horas.




[Pronto, destruiu-se].





*** "Bluemoon", Michael Bublé.

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http://hay-tomates.blogspot.com/2009/03/o-velho-wilde.html

Dante and Virgil in Hell, William Adolphe Bouguereau.

A melhor maneira de se livrar de uma tentação é render-se a ela.
Oscar Wilde.
[Hum, será?]
*** "My kinda love", Sarah Vaughan.

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http://hay-tomates.blogspot.com/2009/03/constatacao.html



Morremos daquilo que nos seduz.

*** "Na carreira", Chico Buarque e Edu Lobo.

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